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Triangle Vandalar - O retorno, Templo, Zumbis e um novo companheiro
Igor Coelho
Posted: Jul 17 2011, 07:47 PM
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Aprendiz
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Bom diário... eh isso ae. Sobrevivi. Acho que deveria ter escrito alguma coisa antes do experimento pro caso dele dar errado, mas deixa hehehe.

De qualquer forma vou descrever o que ouve.
Depois de entregar a corrente para o Toryn, que deu mais trabalho do que o imaginado. Eu encantei uma luva para a fae como prometido. Depois da luva comecei os preparativos para o ritual.
Como sabemos precisamos de um Giz de Bahantesth, o que eh dificil de achar nesse plano entao tive que fazer o meu com os itens que pedi para a cabeca. Como eh de conhecimento popular esse giz explode em fumaça na hora de fazer, acho que to com fuligem na boca até agora. E a esfera nao aguentou a explosao, mas tudo bem acho que so tinha uns 2min de esfera mesmo.

Quando saí tinha um cara novo la, um bixo alto e desbocado que usava uma espada gigante. O nome dele era Andor. Ele disse que estava a minha procura pq queria batalhas para ganhar experiencia e fama, e como sou um imã de problemas, achou que se ficasse perto teria mais batalhas do que poderia sonhar. O que de certa forma nao esta errado. Mas depois de ver a Fae acho que ele encontrou um novo motivo hehehehe.
Bom por mim toda ajuda eh bem vinda, ainda mais depois do que eu estava preste a fazer.

Nao gosto de mentir para a Kuro, até pq eh difícil pacas, ela consegue ver todos os meus pensamentos, entao quando nao quero que ela saiba de algo eu tenho que pensar em binário. Ela eh muito inteligente, mas ainda fica meio confusa quando faço isso. Depois de confirmar que a sala aguentaria comecei o ritual aproveitando que o Angor estava distraindo o povo com suas cantadas baratas na fae. Depois que eu terminasse a primeira camada de runas eles nao poderiam entrar, afinal o unico que ainda tinha chances pelo dissipar magia foi embora. Me sinto mal toda vez que relembro a cara da Kuro quando ela viu o giz... ela sabia muito bem o que aquilo significava. Quando fiz esse ritual a primeira vez fiquei mais de um mês em coma e cheguei perto de morrer umas 5 vezes, deve ter sido horrivel pra ela. Mas eu nao poderia... nao iria deixar algo como o que aconteceu em Baruk acontecer de novo! Nao lembrava que o ritual doia tanto. E ele requereu tanto esforço mental que nem pude manter minha personalidade falsa de pessoa brincalhona. Ainda bem que eles nem devem ter notado. Antigamente as pessoas tinham medo do meu jeito de falar. E como dessa vez eu tinha um clerigo pra me ajudar consegui me recuperar no mesmo dia UHUUU!! uns 10 minutos depois ja estava andando. Caramba, se eu soubesse que os clerigos tinham esse poder tinha contratado um a primeira vez que eu fiz isso, mas na escola de magia nao haviam conjuradores divinos...

Com tudo pronto no lugar e a Kuro brava comigo, havia chegado a hora de partir depois de receber uma carta da Strayra dizendo que precisava de uma das nossas mochilas do Sopro para que agente, a Strayra e o Toryn pudéssemos nos comunicar entao resolvemos ir para Vandalar primeiro. Depois de explicar o que u fiz para o Toryn a Fae resolvel pedir algo parecido. Mas esqueceu de dizer que o item deveria ser confortavel, mas deixa pelo menos ela so precisa estar tocando nele, entao nao tem problemas. Ja deixei todos avisados que por causa do meu novo poder os outsider poderiam aparecer com ais facilidade entao eles deveriam tomar cuidado. Mas como desgraca pouca eh bobagem meu imã de problemas ja estava funcionando na saída da caverna. Eu estava ciente da recompensa que por nos, mas achei que teriamos mais tempo ate alguem aparecer. Tinha um maluco com um cachorro esperando. Disse que so queria eu e a Fae e que o resto podia ir embora. Entao pensei comigo: eu nao preparei magia alguma, o jordel ja gastou um bando de cura comigo. melhor agente sair batido. Entao falei que agente ia se reunir para poder fazer com que todos se tocassem, dei um tchal pro cara-de-cao e saimos com porta dimensional. Sei que o Andor estava sedento por batalhas, mas eu nao iria querer qe ele matasse o caçador d recompensas. Afinal, por mais estranho que o caçador aparentasse ele poderia estar atras dagente apenas para alimentar sa familia ou para usar o dinheiro para montar um hospital ou algo assim. Nao eh motivo para que o matássemos. Ainda tenho que deixar claro que so matamos mesmo coisas que nao tem como mudar de lado como demonios e animais(ja que esses nao tem maldade em si, mas vao atacar sem parar). Quanto as pessoas ideal eh sempre dar uma chance.

Como teríamos que nos disfarçar para entrar em Vandalar, deixei a Fae fazer. Afinal ela eh uma ladina se bem me lembro, e assim eu economizo uma magia de alterar-se. O disfarce dela ficou legal os integrantes do grupo estavam babando mais do que de costume, acho que até o Jordel ficou corado, Nanoc tambem a achou bonita nao sei se isso eh um bom ou mal sinal. Mas o meu eles ficavam rindo toda vez que olhavam... ficou tao ruim assim? Mas mesmo com o disfarce eu tinha que cobrir um pouco a cara pra nao mostrar os olhos, por causa das tatuagens eu nao consigo mais fazer eles pararem de brilhar.

A viagem foi bem engraçada, Nanoc e Andor falam besteira o tempo todo. Acho que eh bom eu fazer umas anotacoes sobre como eles falam para poder identificar um padrao e assim ficar mais engraçado. Parece que os livros que eu li antes estao desatualizados com esse plano. Quando estavamos perto de Vandalar encontramos outro caçador, mas esse parecia mais burro, falava coisas estranhas como: que bons ventos o trazem. Nós nem viemos de barco. eu hein? Mas a Fae usando sua labia habitual conseguiu despistar o gigante que me chamou de mocreia... ele deve ter problema de vista pq eu nao sou um artrópode. de qualquer maneira conseguimos chegar em Baruk. De novo foi preciso a labia da Fae para passar pelos guardas da cidade. E com os mesmo conseguimos a informacao de que uns zumbis estavam aparecendo a noite, nao faziam nada, mas ainda sim eram zumbis. Eu acho que eles estao esperando um gatilho, pode ser uma data ou alguem para comecar a atacar. Temos que livrar essa cidade desse mal. Jordel concordou na hora, e Andor tb, pq isso resultaria em mais batalhas, Nanoc so queria saber de comer, eu tb estava com fome.... E a Fae? bem ela ainda estava manipulando os guardas, mas acho que ela concordou de boa com ajudar as pessoas aki. Nao sei ao certo mas ela esta MUITO diferente da primeira vez que a vimos, acho que nunca ela iria se arriscar para salvar a cidade sem ter a certeza de que ganharia algo em troca, dessa vez ela iria ajudar agente mesmo sem agente receber nada pelo favor. Acho que eh influencia do Toryn e do Jordel.

Nao foi muito dificil achar a casa da Strayra, a cidade segue uma logica bem simples e a casa dela era laranja, nao tinha coisa mais facil de achar. Quando me viu ela veio correndo e me abraçou dizendo que eu parecia uma boneca.... em que diabos a fae me disfarçou? Hora sou artropode, hora sou boneca, fiquei confuso... De qualquer maneira as reações da Strayra ainda me chamam a atenção, ela fica me elogiando e as vezes me abraca ou teve até aquela vez do beijo no rosto. Nao sei ao certo o que essas coisas significam culturalmente, mas algumas vezes meu corpo tem certas reacoes como aumento do fluxo cardiaco o que faz meu rosto ficar um pouco vermelho... vou deixar uma marcação aki para depois estudar esse efeito

MARCAÇÃO----------------------------------------->

Na casa da Strayra encontramos o Rato cientista.... Bartolomeu HAHAHAHHA, esse nome eh a cara dele. De qualquer maneira ele achou uma forma de nao precisar de pessoas para fazer as esferas, esta melhorando, mas ainda precisa de vidas, como de animais. E para matá-los ele antes que que fazê-los sofrer.... se for um demonio nao tenho nada contra, mas mesmo sendo animais que morreriam mesmo assim, faze-los sofrer antes me soa errado. Mas isso nao tirou o interesse do Andor que prontamente se ofereceu como sócio para o rato, ele trazia os animais e ganhava esferas como recompensa. Esse cara eh realmente um ex-mercenário sleep.gif.

Enquanto falávamos com o Rato a Fae puxou a Strayra para um canto para que ela falasse o que ela descobriu sobre a Fae. Nao gosto de ficar me entrometendo no segredo dos outros, mas essa revelação deve ter sido bem forte pq a Fae ficou bem quieta um bom tempo olhando para a janela.... Depois vou perguntar para a Fae o que foi isso, vai que eu posso ajudar. Mas eh melhor esperar um pouco pq ela parece bem nervosa depois do abraço do Andor... Esses rituais de acasalamento humano são estranhos, envolvem flagelamento, como o de insetos.

Alem disso, parece que o tal do Saqueador esteve aki. Com a Strayra estava bem, nao achei que ele tivesse aparecido. Parece que ele prendeu a Strayra a essa cidade com uma "magia" bem peculiar. Ela nao tinha estrutura magica, mas ainda sim parecia magia, nao tinha mana em sua estrutura. Pareciam correntes que se estendiam por toda a cidade. A Strayra disse que o Saqueador nao usava magia, ele distorcia a realidade.... ainda quero conversar com esse cara, esse poder dele parece bem interessante. E vai que ele resolve nos ajudar contra os outsiders! Nao custa nada ser otimista.

Antes de sair para comprar comida para agente a Strayra disse que os zumbis pareciam estar sempre apontando para o templo de Pelor da cidade, depois olhavam aleatoriamente para outros lugares e voltavam a olhar para o templo. Entao eh melhor darmos uma olhada nesse templo enquanto ainda esta de dia. Mas primeiro vamos tomar um banho e comer pq eu nao como deis de ontem acho que tem uma semana que nao tomo banho hehehe ja estou exalando um odor nada agradavel. Depois disso vamos ver o que esse templo esconde.


LEMBRETE: lembrar de comprar Erva de Gato para me desculpar com a Kuro
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ferparker
Posted: Jul 24 2011, 10:34 AM
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Aprendiz
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Hoje meu dia foi interessante e, posso dizer, novo. Apesar de todas as cantadas baratas de Andor, algumas coisas com Jordel já fizeram por compensar a irritação insolente do novato. Mas deixa eu começar bem do inicio da historia...

Estávamos na casa de Strayra esperando que ela voltasse da taverna com comida para o grande grupo.

O rato cientista conversava com Andor e Nanoc sobre usarem a essência de orcs para fazer umas coisas para os dois e então Shinka e Jordel perceberam que eu estava sozinha isolada, vendo a rua. As ultimas coisas que fiquei sabendo sobre a minha vida e passado com certeza são perturbadoras e os dois vieram me perguntar os motivos pelos quais eu estava assim. Shinka parece até contar o tempo em que costumo ficar calada e disse que isso não é normal, já Jordel, veio todo preocupado em me ajudar e aliviar meus problemas.

Não demorou para que Strayra retornasse de mão vazias. Não quiseram vender toda a comida que ela pediu e até desconfiaram que ela estivesse abrigando os procurados: nós. Por sorte ela não teve problemas. E nesse momento os caminhos se mostraram claros e a divisão do grupo foi necessária. Depois de re-disfarçar Shinka, ele, Jordel e eu iríamos para o templo em busca de respostas e Nanoc com Andor iam passear na taverna. Espero apenas que os dois cabeça de vento não estraguem tudo por lá...

Shinka acabou sendo o filho meu e de Jordel, que seriamos casados agora para que pudéssemos passar despercebidos. Confesso que foi nitidamente visível o modo do Jordel e seu contentamento ao me abraçar quando entramos no templo.cheguei pensar que fosse devido à ele estar entrando em um templo sagrado de seu deus que o estivesse deixando corado e com sua mente distraída, chegando a agir meio estranho. E, pela primeira vez, eu gostei de um abraço assim...

Fomos recebidos por um clérigo de Pelor que ficamos sabendo se chamar Andamaris. Parece que eles estavam prestes a começar uma comemoração, já que um tal de Toryn havia salvado a vida de um amigo dele. Então Toryn também passou por aqui e ainda salvou uma pessoa e isso me deixa feliz.
Andamaris é então indagado sobre o incidente estranho com os zumbis e ele alega não ser nada de mais, se tratando apenas de um caso de histeria coletiva e que deveríamos partir da cidade. Eu puder perfeitamente perceber que ele estava escondendo alguma coisa entre suas palavras e isso só fez aumentar quando sai um garotinho o chamando de tio e dizendo que já iam cortar o bode. Bode? Não sei muito dessas coisas de tradições religiosas, mas essa coida de cortar bode me soa meio profano demais para um templo de Pelor. Jordel é um homem tão doce e fala tantas coisas sobre seu deus que não acredito nem um pouco que eles pratiquem essas coisas profanas. Por sorte logo o clérigo sai, nos deixando livres para orarmos.

Peço para que Shinka use a Kuro para espiar, mas a gata é tão idiota que acabou sendo pega por uma mulher, que o trouxe para nós, para meu filho Shinka. Não acredito que essa gata inútil não é capaz nem de espiar o lugar sem ser vista. Mas logo a mulher volta e Shinka percebe um livro em outra sala, na verdade um livro com magia selvagem, coisa que não é comum para um templo divino. Enquanto Jordel vigia a sala deles, Shinka tenta ir ver o livro. Eu fico lá cuidando para que ninguém tente se apossar desses símbolos de ouro encrustados nas paredes, melhor não deixar que ninguém tente roubar o templo.

Novamente os clérigos do templo percebem a nossa tentativa e avistam Jordel. Ele vai então insistir na idéia sobre ter algo errado e pedir para que eles contem e aceitem a ajuda dele na tarefa sagrada do templo e essas baboseiras sentimentalistas religiosas. Quando a coisa começa a ficar feia, alerto Shinka e ele sai da sala do livro estranho e vou ao lado de Jordel.

Com dificuldade conseguimos começar a fazer com que falassem que a cidade estava sim passando por uns problemas, mas que eles já estavam cuidando de tudo e que nós e a cidade não precisávamos nos preocupar. Como não se preocupar? Jogo na cara deles que eles não estão fazendo isso, que tem zumbis aparecendo pela cidade e todos olham para o templo, basta ligar uma coisa na outra e logo toda a cidade ia saber que eles estavam de segredinhos. Acabam falando que só sabem que tem a ver com Laryel e que se só possuem parte do tomo que conta história, que iam atrás do resto dele, mas que não queriam contar sobre a historia vergonhosa para o templo.

Mas foi quando Shinka falou com Taryna sobre isso e revelou em aberto que esse Laryel era apaixona por Vanessah, mas ela era apaixonada por Daryus. Laryel então absorveu poder de um deus profano. Os três já não estão mais vivos, mas a mulher prendeu os poderes do mal nas vestes e elas foram espalhadas. Parece que temos de encontrar essas roupas e destruí-las antes que todos zumbis comecem a andar e atacar. Mas antes temos de conseguir o resto do tomo que conta detalhes da historia.

A mulher que estava no templo então começa dizer que o local onde esse tomo estaria é repleto de armadilhas nas portas, que ela descobriu isso qdo foi lá com Toryn... Toryn... Me apresso em indaga-la sobre Toryn e a mulher parece ser uma idiota que ficou achando que eu era mais numa quês estaria apaixonada por ele. A infeliz chegou a me ameaçar quando ergui minha voz mandando que ela me contasse como ele estava, colocando a arma em meu pescoço e dizendo para eu tomar cuidado ou ia perder minhas cordas vocais. Tive de alertá-la que antes dela conseguir isso, ela não teria mais suas mãos e ela percebeu que sou perigosa e continuou falando. Parece que ele passou por aqui antes de ir nos ajudar na caverna.

Depois mais enrolações, eles nos explicam o lugar onde essa montanha do gato fica, como deveríamos proceder lá dentro, dizendo o lado que devíamos tomar lá dentro, a frase senha de uma das portas e nos pediram para não mexer em nada de lá, apenas pegar o livro com a faixa preta, não o ler e voltar para a cidade.
Estranho o modo como pareciam ainda acreditar em nossa historia de casal e filho. Ate chegaram alertar Jordel para ele tomar cuidado. Me fazendo por desentendida consegui fazer que falassem que temessem que a história se repetisse com Jordel e eu. Um servo de Pelor apaixonado seria um grande medo para eles. Sim, apaixonado... Jordel por mim. Mais um homem que me ama. Até Shinka que é tapado sobre coisas humanas percebeu isso, mas achei melhor continuar me fazendo de desentendida, como se eu não soubesse que Jordel está apaixonado. Tem horas que é difícil, já que eu mesma fico sem jeito perto dele, quando ele me sorri u ou com suas belas palavras e gestos de preocupação comigo.

Enfim decidimos partir para a montanha e os clérigos ficariam na cidade para cuidar dos zumbis que resolvessem andar. Claro que antes tive de ir pegar um pedaço da carne e ainda aproveitei para fazer Shinka passar de idiota.
Eles ainda acreditavam que Shinka era humano e acabei falando que era um elfo e a mulher ficou toda animada, dizendo que nunca tinha visto um. Ela não agüentou quando falei que elfos amam quando beliscam suas bunda e bochechas. Melhor ainda, ela amou beliscar a bundinha do Shinka.

Quando voltamos para casa de Strayra, parece que Nanoc e Andor havia ido passear na taverna e conseguiram trazer um grande animal para a refeição. Também estavam visivelmente feridos, eu diria que a briga que conseguiram foi feia. E então vemos que eles também foram atrás dos Orcs e trouxeram uns corpos para o rato cientista usar. Por pouco os dois não foram reduzidos à corpos sem vida também, mas por sorte ficaram apenas com um pé dentro do mundo dos mortos e bastaria um sopro para eles morressem.
Eu estava ainda intrigada com umas coisas quando chamo Shinka comigo no canto para conversar sobre algo que ainda me perturba muito. Conto à ele sobre as coisas que descobri sobre mim mas ele começa a fingir que não tem problemas, como seu estivesse falando coisas bobas. Eu falo que sou extremamente mais perigosa que Toryn e ele não leva em consideração? Ele sabe o que o Toryn fora de controle faz e parece não conseguir imaginar que eu sou centenas de vezes muito mais destrutiva que ele. Por fim ele termina dizendo as palavras belas sobre sermos quem somos e não o que fomos criados para ser, sobre criar um item mais poderoso para me controlar se eu me tornar perigosa e essas baboseiras sentimentais. Mas é só isso... Logo eles viram me buscar e eles devem ser muito mais poderosos que esses outsiders, lichs, e com certeza muito mais poderosos até que o próprio Toryn...

O elfo sai então para discutir plano com os demais e Jordel vem falar comigo. Talvez eu não devesse ter pedido isso, eu tenho medo de feri-los e tive de implorar que Jordel cuidasse de mim se isso acontecesse, que eu queria ser morta pelas mãos dele se eu perdesse o controle e começasse ser um perigo. Ele me abraça, ambos com os olhos cheios de lágrimas. Um abraço quente. Pude sentir meu coração bater forte enquanto eu estava de olhos fechados, sentir o carinho dele por mim, me sentir protegida e amada. Por mais estranho que pareça, eu gosto da idéia dele estar apaixonado por mim e, gostei de estar assim com ele. O abraço demorado tinha de chegar ao fim e achei que ele viria tocar meus lábios com os dele, eu tremia de medo, de receio. Não podia deixar ele fazer isso, ele não poderia amar um monstro perigoso como eu. E consegui habilmente terminar o abraço sem oferecer riscos à ele. Mas mesmo assim, o clima ainda estava estranho. Meu coração ainda acelerado, meu rosto corado e minha vergonha e medo me banhando.

Finalmente partimos para a montanha com cara de gato, literalmente com cara de felino. Shinka encanta o tapete que trouxe da casa de Strayra e subimos voando até o alto, onde descemos e somo rapidamente atacados por lagartos de pedra.

Andor, ainda ousou inventar desculpas quando sua arma escapa de suas mãos e atinge Nanoc e eu... Nessa hora vi os olhos de Jordel raivosos devorarem Andor. Foi entao que algo horrível aconteceu. Eu corri para pegar um deles por trás, mas uma de minhas adagas escapa de minhas mãos e voa no ombro de Jordel, ficando cravada em seu corpo. Por sorte ele não ficou muito ferido, por sorte ele não me odiou e se antecipou dizendo que ele estava bem, para não me preocupar e ainda me sorriu.

Entramos finalmente no lugar. Realmente encontramos muitas armadilhas, mas que fui desarmando com sucesso, claro. Somente uma que era impossível desarmar, mas eu os alertei sobre como ela funciona: o chão se inclinaria e iríamos deslizar para uma sala repleta de espetos que perfurariam nossos corpos.
Depois de alguns desentendimentos sobre a direção errada que tomamos dentro do lugar, Jordel conseguiu pegar o livro e Shinka queria ler seu conteúdo, enquanto os demais ainda queriam vasculhar o resto do lugar. Eu fiquei furiosa com o egoísmo desse pessoal. Tive que praticamente brigar para que deixassem a idéia de passear por ali, que nesse tempo inocentes na cidade iriam morrer por causa dessa atitude mesquinha. Claro que até eu queria poder passear por lá e procurar coisas, mas nem mesmo Jordel estava cumprindo as ordens de seus superiores... Não era para mexer em nada, pegar o livro, não o ler e irmos direto pra cidade que preicasam urgente do livro... Mas nem ele estava fazendo o era o certo.

Shinka encontrou uma charada no livro para que pudesse ler suas páginas.
“Se queres saber sobre como tudo começou deve dizer o nome daquilo que muito pergunta, nada responde e devora o errado”
E quando Shinka responde esfinge em outro idioma, um som é ouvido ao norte no outro setor da caverna e ainda insistem em ir. Mais armadilhas e corredores até que finalmente chegamos em algo grandioso: uma sala com um brilho estonteante e três belos itens que me seduzem... uma espada, um escudo e um belo cetro digno de uma rainha como eu.

[I]


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Um brilho apenas, que se acende no manto das trevas que domina meu mundo, não basta para afastar e acalmar minha besta interior


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Jordel
Posted: Jul 31 2011, 02:53 AM
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Calouro
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Aquele lugar consegue fazer que qualquer servo de Pelor se arrepie. E afinal, se não era de Pelor, de quem seria? O deus da morte, Nerull. O mesmo deus profano que outro clérigo fervoroso de Pelor clamou após ter perdido sua amada para outro homem. E o que faria ali então artefatos de Pelor de tamanho poder em um lugar feito para Nerull? Haviam tantas questões sem respostas para as perguntas no momento.
Ali estavam os três artefatos. Havia um escudo, um cetro e uma espada. Cada um dos três havia pertencido por um dos três aventureiros que fizeram toda a história dessa infestação de zumbis até aqui. A espada era de Daryus, o guerreiro frio ao qual Vanesah, a maga que possuía o cetro, acabou se apaixonando. O escudo era de Layrel, o Clérigo devoto de Pelor, e um devoto fervoroso, porem mais que isso, era o traidor.
Dentre eles ali, o escudo era como um fardo ao olhar. Sabia o peso que ele tinha sobre si e sabia o peso que havia sobre si, o servo de Pelor que ali estava. Haveria da história se repetir? Jamais! Não havia como dizer que iria largar Pelor, muito menos se unir a Nerull. Mas e se perdesse sua amada? Não gosta de pensar que haveria uma chance, mesmo que mínima... Mas não, não haveria como, haveria?
Ali havia ganância e luxúria: Enquando Fae olhava deslumbrada para aquele cetro, os olhos de Andor pousaram naquela espada. Enquanto Fae pensava na beleza daquele poderoso item, e não em seu valor como um artefato de Pelor, Andor apenas o via como uma arma para matar mais e melhor. A verdade é que seria um erro entregar tais artefatos para os dois, pois Jordel mesmo pensava se seria digno de tal posse, então o que dizer dos demais. Mas as circunstâncias faziam seu julgamento mudar. A cidade estava sendo infestada por mortos-vivos e o poder de Nerull era a causa. Não há arma melhor para lutar contra essas trevas do que aquelas com a graça de Pelor. Então deveriam todos estar devidamente armados para que possamos alcançar a vitória, ao menos até que isso ocorra e depois devolver a graça recebida, mas nessa parte, nem mesmo Jordel acreditou veemente quanto aos seus companheiros.
Fae disse que não havia armadilhas no lugar, e embora custasse a acreditar, acabou por acreditar em suas palavras, e junto com ela e Andor, adentrou na pequena sala para obter o item. Grande engano pensar que estariam os artefatos protegidos. Uma porta de vidro fechou a passagem enquanto água inundava a pequena sala. O que conseguiu ver fora apenas Fae fechando os olhos enquanto se afogava após seus próprios olhos fecharem, se entregando sem mais ar dentro do corpo.
Soltou um grande grito ao notar que estava no corredor, ainda fora da sala. Olhou para os lados a procura da Fae e ficou feliz a à ver, a ponto de ir a abraçar. Nenhum mal havia ocorrido, nenhum. Todos ficaram pensando o que havia acontecido com o servo de Pelor ali e foi duro explicar, pois nem mesmo ele saberia dizer. Foi uma espécie de... Visão sobre o futuro, e algo que mostrou a morte de alguém querida e a própria. Não foi a melhor coisa a se ver, porém acabou evitando que acontecesse na realidade.
Acabou demorando em formular uma maneira de passar por aquela armadilha, e mesmo após fazer isso, acabou não sendo ouvido. Fae teve uma idéia questionável de laçar aqueles artefatos depois que não conseguiu entender aquele mecanismo. Não ia dar certo nunca... Mas fazer o que, não ia custar a deixar tentar, e ao menos ninguém ia ficar preso dentro daquela sala. Logo que o laço atingiu o escudo, a porta se fechou com os artefatos lá dentro. Após Shinka e Andor acabarem com aquela porta de vrido, foi possível conseguir tocar nos itens.
Aquele escudo... Ele brilhava. Era algo majestoso, radiante. Era como um raio de luz perante a escuridão que envolvia o lugar. Houve uma identificação fora do normal com aquele artefato. Sentiu a fundo que ambos estavam com a mesma missão de proteger os inocentes. Se havia de devolvê-lo, seria feito com grande pesar. O cetro e a espada foram bem recebidas por Fae e Andor, embora não visse aquilo como algo bom. Por hora, derrotar o mal com eles seria a coisa certa a se fazer, seria apenas dar um fim adequado para aqueles artefatos, assim como Pelor gostaria.
Feliz por ter tido aquela visão e agora em posse dos artefatos, notou que uma parede havia aberto e revelado uma escada. Estaria ela esperando pelos donos dos artefatos ou por intrusos que sobreviveram ao os conseguir? Temia ser a segunda, mas ainda havia o que ser feito naquele lugar.
O livro que conseguira era fino e mal dizia algo de interessante. O que precisava era do livro que contava a história dos acontecimento que levaram a esse fim, e ele poderia estar lá. Devia ir e assim foi com os demais.
Era um corredor largo e estreito, não caberia mais de um lado-a-lado, e com botões em algumas partes da parede. Novamentes fomos salvos pelo brilhantismo do mago Shinka que conseguiu desvendar o secredo daquela sala. Deveriamos apertar os botões em sincronismo para prosseguir naquele corredor. Não era a especialidade dele, velocidade e sincronismo, mas se assim tivesse que ser feito, então faria. Um gás entrou na sala e estava corroendo todos que estavam ali, nem mesmo uma Muralha de Vento fez com que isso evitasse. Por graça de Pelor a seqüência fora feita com os botões e aqueles gases haviam cessado, revelando uma porta no final do corredor.
Por nada teria conseguido acertar o que havia na sala em seguida: Dois demônios estavam na sala e de posse de algum objeto. Assustaram aos nos ver e disseram algo sobre terem a terceira peça de algo, do que seria? Imaginava que era daquela roupa com poder. Deveria ser, e se fosse, a cidade necessitaria dele no mesmo instante! Eles partiram da sala rapidamente, antes mesmo que pudessemos evitar que prosseguissem com a maldade. Como gostaria de ter posto um fim em suas miseráveis existências naquele moemento. Havia pouco tempo para conseguir chegar à cidade e deveriam correr para isso, o que não aconteceu exatamente.
Consegui encontrar o livro que procurava, ou ao menos era o que desejaria. Ele era grosso o bastante e suas escritas eram confusas. Não havia como saber exatamente o que era.
A fim de tentar decifrar o livro, foi a Shinka que recorri para que pudesse tirar essa dúvida, porém, após pronunciar algumas palavras, fora invocado do grande pentagrama no chão um zumbi muito grande e poderoso que começou a se debater, atingindo aqueles que estavam ali na sala. O golpe sentido pela criatura fora forte, mas sabia que Shinka estava pior, pois estava no chão, desmaiado. Juntou em si toda a graça de Pelor que havia e conseguiu transformar em poeira aquela criatura após Andor tirar um pedaço dela com sua espada. Logo foi recuperar o dano que Shinka recebeu daquele zumbi para que ele pudesse continuar com a tradução do livro.
Shinka conseguiu entender parte dele, o suficiente para saber que contava a história. Fae, Andor e Nanoc estavam mais de lado se admirando com os tesouros ali, e o próprio Shinka havia ficado boquiaberto com os livros do lugar. Houve um momento de ganância de todos, mas não havia como negar que seria bem vinda uma parte daquele tesouro. Houve outras vezes que precisou de algumas peças de ouro, e certamente seriam bem vindas. E, afinal, se era um templo de Nerull, realmente não haveria de ficar com grande peso na consciência sobre isso, ou deveria? Após conviver com o mal durante tanto tempo, acabou perdendo a noção de coisas menores. Esperava não estar indo contra os ensinamentos de Pelor naquele momento enquanto pegava parte daquilo para si.
Durante aquele pequeno saque, que me fez grande peso na consiência, Andor acabou agindo de maneira estranha. Fingi não ver nada daquilo. Ele de boa vontade entregou o que tinha pego para Fae, provavelmente algumas gemas, não observei direito. Fae ficou verdadeiramente agradecida por aquele ato. Sim, um grande presente, mas com qual intenção? Talvez... No fundo seja... Bom, ou não. Estaria ele mostrando seu lado humano ou usando de um artimanha em vez de suas cantadas baratas? Difícil responder, mas o instinto diz que ele está sendo esperto apenas. Algo perigoso.
Shinka fez com que Nanoc pudesse voltar voando para a cidade enquanto levava o restante de nós por meio de uma magia de transporte instantâneo... Acho que disse algo como Teleporte ou coisa assim. Seus poderes vivem me surpreendendo, pois acabamos no templo de Pelor em um instante, e Nanoc não tardou a chegar nele também.
Dentro do templo recebeu o sermão que merecia. Não havia feito apenas o que devia, mas bem como conseguiu trazer os artefatos e aqueles livros junto. Não havia como encontrar aquele livro que fora pedido sem ter pegado os artefatos, isso fora um fato, mas também o que os trazemos. Andamaris ficou bravo com aquilo, mas acabou por nos ler o livro que foi recebido, nos contando aquela triste história sobre o triângulo amoroso que fez tudo isso acontecer.
Pelo que foi nos dito, Vanessah selou os poderes de Laryel em suas roupas e Daryus as tirou dele logo antes de matá-lo para impedir que ele com o poder de Nerull, junto com seu exército de mortos-vovos, espalhassem o mal. Tudo por causa de um amor não correspondido... Cada palavra o fazia balançar, juntamente com seus sentimentos. Haveria de abandonar seu coração para que não perdesse o caminho? Havia algo agora diferente, havia diferenciado quem era Agata e agora quem é a Fae. Sabia no fundo que aquilo... Não sabia, na realidade, se era certo ou errado, mas sabia que existia, e estava disposto a abandonar seu coração ali se fosse necessário para que não abandonasse seu caminho e sua bondade, não estaria? Realmente não havia como dizer, mas se manteve firme em seu caminho e assim mostrou para Andamaris. O encarou firme e disse que ia combater o mal da cidade e após acabar por devolver os artefatos.
Um garoto entrou correndo no templo dizendo que os zumbis haviam voltados. Após o curar se dispôs a ir à luta. Antes, Andamaris nos revelou que havia uma forma de identificar o poder daqueles artefatos dentro de uma esfera, e após dizer algumas palavras, soubemos dos poderes magníficos daqueles artefatos. Aquele escudo era... A graça de Pelor sobre a terra, realmente. Era graça tamanha que faria alguém se enlouquecer para a ter.
Disse de forma verdadeira que não se achava digno de estar em posse de tamanha graça, e Andamaris concordou porem disse que se ele havia parado em suas mãos, poderia Pelor tê-lo guiado até o escudo para que ficasse em posse desse humilde servo? Poderia ser, e ficaria feliz em receber tamanha honra. Fae não recebeu bem o que Andamaris disse sobre não ser digno e aquilo acabou gerando uma pequena confusão que houve de ser abafada.
Logo seguiram todos pela porta para combater tal mal, deixando o templo de Pelor como um refúgio para aqueles que precisassem de abrigo contra o mal. Com a graça de Pelor, outra luta contra o mal será feita, e assim deveremos a vencer.
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Andor Yorec
Posted: Aug 8 2011, 12:52 PM
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POST FURYA IV SESSÃO DE 6/9/2011


Lá estávamos todos: dentro da “casa” do deus brilhante do sol, cercados por zumbis! Que tipo de “deus” do sol tem seu templo cercado de zumbis? Depois me perguntam porque faço pouco da fé alheia...

Bem, numa situação normal, eu vazaria pelos fundos, abrindo meu caminho com cuidado, derrubando somente o mínimo necessário para sair dessa pocilga de templo e de cidade, me arriscando menos, e deixando os fracos à sua própria sorte. Mas não sei porquê isso me soou errado. Nunca tinha acontecido. Todos olhavam para a entrada do templo na expectativa de destruírem os zumbis.

Não teve jeito, fiz algo sem pensar: tomei a frente do grupo e logo disparei: “Para trás, doçura.”. Fae Mien, do seu jeito único respondeu que poderia cuidar de si mesma. Sem dúvida! Hahah que mulher! Fiquei imaginando uma série de coisas interessantes... Mas não era a hora. Mesmo assim fiquei imaginando hehehe

Jordel entrou na minha frente. Acho que ele tem algum problema comigo... Não o culpo: um clérigo, cego por sua fé, experimentando uma paixão, acreditando no conto de carochinha dos clérigos daqui... A cabeça dele tá bem bagunçada.

Uma guerreira que se encontrava no templo também se dispôs a ajudar no combate. Bela guerreira, diga-se de passagem. Belina é o nome dela. Apelidei ela de Bela Belina. Gosto de mulheres agressivas e, embora essa aí nem de longe seja como a Fae, já é bem atraente nesse quesito... hmmm Será quer teria sorte com ela? huhuhuh

Saímos do templo. Tive um calafrio, pois estava me arriscando demais por nada! Nem tava cobrando um adicional de risco... Mortos vivos são um risco e tanto, já que não sentem dor e sempre estarem em grande número. Sem dinheiro como recompensa e motivador. Não sabia o que estava fazendo lá.

Jordel começou a cuspir ordens logo que botamos os pés fora do templo. “Vc faz isso! Vc faz aquilo! Eu faço isso!” - é engraçado imaginar ele como um pinguim, correndo desajeitado sob o peso de sua armadura enquanto dispara ordens de forma ineficiente e lenta (discursos entrecortados com louvas a um deus do sol que não brilha para os mortos).

Shinka e Fae saíram voando para procurar a causa de tudo isso. Belina quis partir sozinha para o combate. Admirável selvageria da mulher... Não resisti e resolvi tentar a sorte com ela. Fui com ela.

Jordel e Nanoc foram cobrir a fuga dos cidadãos da cidade enquanto eu e Belina assegurávamos a entrada do templo. O servo usou seu escudo mágico e virou um farol ambulante, mandando raios de luz direto para as carnes pútridas dos zumbis. Muito conveniente! Dá hora! Hahahah Sem falar que ele tava usando seus poderes para destruir vários zumbis ao mesmo tempo! Ficava agradecendo Pelor enquanto isso, tsc. É o servo, Jordel quem faz isso, não Pelor. Pelor é só o lago donde Jordel tira água. Pelor não faz nada além de olhar e ficar “boiando” enquanto tiram “água” dele! Mas beleza, o servo tá sendo útil, tá limpando a barra, então, qual o problema!? Hehehee

Muitos zumbis. Todos podres. Ataquei um, outro, mais outro... Enfim, perdi a conta de quantos mandei de volta para seu descanso eterno. Belina ficou com raiva de mim por não deixar nem um para ela matar enquanto estava comigo. Ela se separou de mim. Hahahaha! Ela tava querendo competir! Sério... Eu nem queria me mostrar, mas ela levou pro lado pessoal e, não posso mentir, comecei a curtir o jogo. Aí competimos. Obviamente que ganhei por grande diferença. Ela ficou com raiva perante sua impotência para me vencer, errei um golpe de forma bizarra e ela achou que poderia se mostrar. Chegou por trás de mim com o fim de me dar apoio e eu acabei acertando ela num dos giros amplos que dou com a espada... Nessas horas amaldiçoo a mim mesmo e meu costume de lutar sozinho, pois poderia me custar uma noite beeemmm aconchegante! Ela ficou com raiva, me tirando de todo jeito, escondendo uma decepção consigo mesma.

Belina se separou novamente, meio magoada com o acidente e muito chateada consigo mesma. Dei tempo ao tempo e fui averiguar os fundos do templo, matando mais um zumbi. Quando me virei para checar Bela Belina, ela estava cercada e em apuros. Saltei para o meio dos zumbis e fiz Iceberg assobiar... O frio exalado pela Iceberg me fez sentir brisas frescas enquanto despedaçava e congelava os malditos corpos animados... Comecei a rir. Realmente, excelente espada, excelente balanço, parecia parte do meu braço. Em um instante, com uma sequência rápida de cortes circulares, matei todos os zumbis que ameaçavam Bela Belina! Quando olhei para ela, não pude evitar de soltar uma bravata galante e sorrir... Já tinha ganho já... hehehehe Ansioso pela noite!

Jordel estava no telhado do templo (nem sei como subiu, talvez Nanoc o jogou lá) enfrentando um sujeito magrelo vestido de negro, seguidor de Vrock, acho. Foi o que disse pelo menos. O servo, bem ao seu estilo, invocou não sei quantas criaturas para morrerem nas mãos do inimigo (ou voltarem para o plano celestial segundo ele). Por fim, Jordel terminou o serviço do jeito que sempre faço, com um golpe de arma, oras! Fica de mocinha com truquezinhos do sr. Pelor isso, sr. Pelor aquilo! Quando aprenderá a ser homem e defender sua causa com sua própria força? Bem, ele parece bem inexperiente, afinal, clérigo. Sofreu uma doutrinação para uma vida toda...

Aí veio um machado zunindo pelo ar que acertou a águia gigante de Jordel, resvalou na parede e atingiu o servo, cravando nele. Até eu fiquei com agonia hahaha. E o machado era inconfundível: “Machado Nanoc!”. Gosto do meio orc. Hahahahah!

A decepção e vergonha de Belina passou para raiva, daí passou para uma admiração acanhada. Depois admiração fazendo doce (logo, logo, o bicho papão ia papar ela! Hahahha!). Foi divertido! Aí ela disse algo que me chocou (e é raro algo me chocar): disse que Iceberg era de Daryus YOREC! Maldição! YOREC! Pedi para repetir e ela assim o fez: YOREC um dos fundadores dessa cidade! Hahahahahaha! Quem diria, um maldito YOREC esteve aqui, fundou essa pocilga e ainda tinha ESTA espada! Hahahahahahahaahahaha! MINHA espada! Espero esfregar isso na cara do servo “quero ser certinho” (Jordel) e do clérigo “que fala como se tivesse um sapato lá”! Hahahaha

Shinka ainda não demonstrou o porquê de ser o “destruidor”. Quando usa suas tatuagens, o que obviamente demonstra imenso poder bruto, ele não faz nada além de falar e observar com melhor eficiência... Acho que ele não quer soltar os poderes dele. Um dia vou vê-los. Talvez possa ajudá-lo a controlar e usar melhor seus poderes... Isso seria interessante... heehhehe.

Passei a maior parte do combate limpando a cidade com Belina do meu lado. Tava até curtindo proteger ela, algo que não fazia há muito tempo assim de graça. Enquanto voltávamos para a entrada do templo, ouvimos gritos. Reconheci a voz de Fae praguejando e Shinka pedindo para ela sair de uma casa cercada. Meu coração se apertou. “Cercada”. Comecei a correr. Lembrei-me de um castelo cercado, matança para todo lado, ELA morrendo... Ignorei o pedido de Belina para deixar um dos mortos-vivos para ela, pois não tinha tempo a perder. Fui matando sem dó nem piedade.

Quando cheguei do lado oeste do templo, encontrei Fae cercada por zumbis, uma pantera negra tentando protegê-la e Shinka sobre o telhado de uma casa gritando – fiquei decepcionado, era uma ótima oportunidade dele usar as tatuagens e soltar uma bola de fogo para incinerar os zumbis, mas não, ficou gritando que nem um pirralho ¬¬'.

Belina ficava o tempo todo na minha frente, atrapalhando meu caminho... Coitada, tava tentando se mostrar. Ela foi enfrentar dois zumbis. Estavam no meu caminho para ajudar Fae, então, ataquei sem dó nem piedade. Dessa vez me amaldiçoei como nunca... No afã de ajudar a doçura, acabei errando feio os dois golpes, atingindo Bela Belina. Ela caiu inconsciente. Achei que poderia estar morta. Liquidei os dois zumbis.

Jordel, vendo Fae em risco, não pensou duas vezes: saltou de cima do templo, todo desajeitado com sua armadura e o escudo mágico brilhando, se estatelou no chão feio (achei que ia quebrar as pernas) gritando o nome de pelor. A luz afastou alguns zumbis.

Fae tava toda furada de espinhos de cura (acho que ela não sabe usar esses espinhos). Fiquei com dó da pele macia, sensível, delicada de pêssego dela... Blurrrrrrrr! Tenho de me ater na linha das memórias ou vou acabar me perdendo naqueles olhos...cabelos de ouro... o andar dela... sua voz... até o jeito agressivo de falar... Hehehehe Infernos, a mulher é o capeta! Hahahah

Bem, voltando: ao que parece, Shinka e a doçura encontraram todos os pedaços da roupa do zé mané do passado que fez merda – e se parecia com o Jordel, diga-se de passagem heheh (pensei em zoar com isso, mas ele parecia muito perturbado, e não sei porquê, não queria pisar sua alma, então fiquei na minha) – e o servo, ordenou que a águia levasse as vestimentas amaldiçoadas para longe, para um “plano celestial”, algo assim. Logo que a águia se foi, os zumbis desapareceram. A cidade estava salva, doçura estava salva, eu estava ileso (hahaha), Bela Belina sangrando para a morte |:x

O servo foi curar doçura – que embora ferida, estava bem, ela tem um espírito guerreiro impressionante! - depois foi verificar Bela Belina que quase matei... Graças aos deuses ela estava viva ainda e se recuperou. Mais graças aos deuses por não saber que fui eu! Hahahah! Talvez ainda tivesse a tão sonhada noite... >:) Gracejei ainda dando a entender que fui eu, mas ela não percebeu! Fiquei com a consciência limpa... smile.gif

O servo, para variar queria grudar na doçura que nem melado. Bem, não ia ficar lá com uma baita oportunidade batendo na minha porta... Fomos para o templo e deixamos o pombo (servo) com a leoa (doçura, Fae Mien). Acho que se formos falar de algo mais cru, diria que o correto seria dizer que a doçura “comeu” o servo do que o contrário! Hahahahaha

Bem, fomos para o templo, os cagões estavam lá com suas desculpas: “Nossos poderes protegeram as pessoas”. ¬¬ Há! Sei. Nenhum zumbi conseguiu chegar perto graças a mim e Belina. Nenhum daqueles obscuros conseguiu entrar no templo graças ao servo, doçura, destruidor e amigo verde! Quanta presunção no poderzinho de merda do deuzinho deles... Pft! Tudo é “pela graça de Pelor”, basta o servo repetindo isso que nem um disco arranhado... Doutrinação, isso é lavagem cerebral... Pelos deuses, o que o cara faz é ele quem fez, mais ninguém! E os cagões não fizeram nada, pois nem precisaram! Acho que ficaram no templo de medo mesmo, maricas! >:D

Um almofadinha papa-fronhas, como era o nome dele? Ah, Anda... Anda... Era nome de animal de estimação... Andalones! Isso. Já foi tirando Bela Belina de perto de mim. Ignorou os heróis da cidade, inclusive a mim, e ficou conversando com Bela como se ela tivesse ido sozinha lá fora... Sério, esses caras tem sérios problemas... Depois dizem que esse deus Pelor é o deus da luz, benigno, blá, blá, blá... Que tipo de servos ele escolhe para “dar sua graça”, eu hein. Talvez Nerull ou Vrock tenham mais bom senso sob a perspectiva dos servos seguirem mesmo seus ensinamentos... hahahahahaha.

O servo finalmente entrou com a doçura... Os dois vermelhos que nem tomates... Ah, inocência, doce que fica amargo e envenenado nessa vida onde os homens dominam, demônios perscrutam e mortos voltam a caminhar... Me pergunto se rolou uma rapidinha lá fora no meio dos corpos Hahahahahaha Isso seria hilário... >:)

Bem, fui sacanear o papa-fronhas. Entrei entre ele e Bela, de costas para ele e jogando charme na guerreira gostosa. Tive de insistir um pouco, bancar o sr. Cavaleiro, minha ascendência veio a calhar para maximizar os efeitos ao melhor estilo do cavaleiro da armadura brilhante... Senti que ia rolar mesmo. Aí jogaram um balde de água fria: não poderíamos passar a noite na cidade... sleep.gif............................................................................................&%@$%@#@%$#¨#

Mas mantive a pose, fiz um gracejo, uma mesura nobre (pelo menos aprender essas frescuras servem para isso), acariciei o rosto quase perfeito, seus cabelos selvagens, cheguei mais perto e a la bandido garanhão, roubei um beijo da moça bonita! Huhuhu Ela deve ter gostado, porque não reclamou, só ficou vermelha. O papa-fronhas tava escutando do outro lado da porta, gritando de vez em quando ordens para Bela Belina ter de sair do quarto, mas eu sentia o ódio nele, tava muito bom, melhor que isso só se fosse na cama com Bela Belina e o papa-fronhas agonizando na porta... hehehe

Aham, bem, onde estava? Ah, sim. O amigo verde chegou todo carente, hahah, fiquei com pena dele. Papa-fronhas não aguentou mais, invadiu o recinto e levou Belina com a desculpa esfarrapada de tratar dos ferimentos dela – ela já estava curada... ¬¬ - ele tava era com medo de mim perto dela e tal... Não posso culpá-lo hehehe.

Bem, daí fui ver o que o servo tava aprontando com o clérigo sapatado. Tavam discutindo de forma civilizada, mas “fervorosa”. O servo se faz de bobo, mas ele queria os itens mágicos tanto quanto eu e tava tentando conseguir isso e ainda ficar com sua imagem de bom moço... Hahahaha O servo esconde seu lado negro, mas este aparece aos olhos de quem já viu o negrume da natureza humana... |:(

O clérigo sapatado, chefe do templo, veio me cobrar a espada em toda sua prepotência “eu sou o cara e beije meus pés, seus reles merdinhas”. ¬¬ Sério, tínhamos acabado de salvar a cidade, inclusive a pele de cagões deles. Além de recuperar o livro deles antes e evitar que os itens fossem levados pelos demônios, etc. Por mais que o servo (Jordel) dissesse tudo isso com seu jeitão “baba-ovo quero algo”, o sapatado nem deu bola.

Aí resolvi curtir: “Devolver o que é meu por direito de herança! Há!”. Pronto. A cara do sapatado agora era de prisão de ventre HAHAHAHA! De quem não consegue a dias e tá entalado. Caiu na negação, blá, blá, blá. O servo confirmou meu nome, mas para o maluco sapatado, a palavra de um clérigo de Pelor não valia nada O.O Bem, cansei do falatório circular sem propósito e fui acometido a ir procurar a Bela para quem sabe, aproveitar melhor o tempo! Hehehe.

Encontrei ela no quarto de Andalones papa-fronha. O.O' Comecei a entender as coisas... O que me deixou mais animado! Fui lá, entrei no quarto sem cerimônias. O dono do quarto quis me barrar, mas fui cavaleiro e dei um jeito de fazer Bela Belina dar um chega pra lá nele! Hahaha melhor e mais cruel do que bater nele hehehe

Fui com o papo doce, como sempre faço, chegando com jeito, bancando cavalheiro, aí fui discreto e pedi uma lembrança com a qual poderia sonhar todas as noites, intensamente... Dei os sinais e... Ela não captou! ¬¬ Não no sentido que queria. Na inocência entendeu de outra forma... Imagino quão pura ela poder ser... hum...

Aí fiquei estupefato pela segunda vez no dia (que dia, hein!?) ela tirou um cordão do pescoço dela dizendo que era da mãe, algo muito especial, que deveria dar para alguém especial. Ela colocou no meu pescoço. Fiquei sem palavras. Senti algo diferente em meu âmago. Percebi que havia algo além de mera atração física rolando naquele momento, acho que ela queria algo a mais do que eu... Senti algo que nunca sentia (com duas exceções) por mulheres: respeito. Ela foi a terceira mulher a me inspirar respeito, um pouco de reverência... Peguei as mãos dela entre as minhas, pequenas comparadas as minhas, as acariciei, olhei fixamente nos olhos dela e agradeci. Acariciei seu rosto delicadamente e, com todo o respeito e dignidade que me sobraram, despedi-me honestamente com nobreza no coração e saí...

Nanoc já tava lá, carente! Coitado. Heheh. Belina foi-se. Nanoc ficou agoniado querendo falar com ela, mas ela já tinha ido. Bela Belina... Quem diria.

Doçura tava que nem leoa que teve seu filhote ameaçado... smile.gif Mal humorada, agarrada a ele (no caso o cetro) querendo ir embora para se afastar do risco de perder seu bebê... Sério, essa mulher me fascina... O olhar dela, é intenso, agressivo e rápido como uma navalha... É fria por fora, mas pura brasa por dentro... Gosto disso huhuhu

Shinka a irritou com alguma coisa sobre sentimentos. O destruidor realmente parece um pirralho pé no saco, mas sei que aparências enganam, ainda mais depois do episódio quando os encontrei pela primeira vez: “Shinka – redirecionando energia voltada para personalidade falsa. Aproveitamento máximo de energia para analisar... blá,blá”. Dá vontade de rir pensando nisso. Vou ficar só esperando para ver o destruidor querer destruir REALMENTE algo.. Vai ser muito loko!

A docinho foi ter com os clérigos falastrões, “falam mais e mais, fazem nada além de falar”. Demoraram, fui ver o que tava acontecendo. No caminho a Fae passou rápida, agarrada ao cetro. Atrás dela, irado tava o sapatado-entalado querendo tomar o cetro DA FAE. Nem pensei, o sangue YOREC falou mais alto. Dei um encontrão no coroa, para afastá-lo e mandei se afastar. Aí o cara todo desgostoso, se achando o chefão me ameaçou com uma das frases “sou bonzinho, mas saca só como sei ameaçar sem usar palavras sujas”. Saquei a espada e mandei ele tomar naquele lugar (hahaha lembrando é hilário)! O cara ficou vermelho e perguntou se queria lutar. “Só se for agora!” - retruquei.

Aí o servo “amém” (acho que vou chamar o Jordel assim, daqui em diante, combina com ele) aparece e diz um bando de coisa que ninguém prestou atenção (eu poderia dizer “amém”). Disse para Fae sair enquanto eu retardava ou matava o sapatado. Como se não bastasse, aparece o papa-fronhas gritando que nem um moçoila histérica parindo: “Eu o amaliçôo Andor, toda mulher que você nutrir interesse te odiará. Será odiado por todas as mulheres... blé, blá, blé, blah dih dah dih dah...”. Ri alto dele e respondi que já tava patético. Porra, se ele quer mulher, tem que agir que nem homem! Será que o celibato torna homens em maricas!? Pelos deuses!

Então o sapatado me lançou uma maldição também – sério, ficou parecendo um coro de velhas carpideiras com sífilis – algo sobre sofrer e sofrer, a espada ferir a mim também já que tanto eu cobiçava ela nhé, nhé... Enfim, depois da doçura sair do templo em segurança, eu saí também, torcendo para um maricas cair na real e TENTAR ser homem para eu mostrar como homens resolvem as paradas, mas não, eram cagões mesmo.

O “amém” ficou lá, provavelmente para suplicar perdão ou tentar ser o herói (acho que ele tem algum complexo de heroísmo pouco saudável para o próprio bem dele). Depois saiu também.

Shinka ficou um tempo tirando onda com os “clérigos”, usando a lógica para criticá-los e mais ainda: deu uma de que entende mais do que eles da própria religião deles! HAHHAHAHA Pior que entendia mesmo! AHHAHAHA Aí, o destruidor começou a invocar uma magia para ficar brilhando. Pensei: “WHOA é agora! Uhulll!”. Só que ele só fez brilhar mesmo para chamar atenção ¬¬'. Devia ter explodido o templo...heheh

Hahahaha Fiquei com minha espada, roubei um beijo e o coração de Bela Belina, descobri que um maldito YOREC serviu para algo (fundar essa pocilga e conseguir uma espada para mim, principalmente) ... Parecia coisa muito boa para um dia! Olhei para o cordão, ah sim, o cordão...........................Hm.......................Não sinto nada! XD hahaha – dei de ombros.
“Amém”/servo apareceu dizendo que tínhamos de sair da cidade rápido antes das pessoas saírem de suas casas. Que se fodam elas! Salvamos os cús delas, temos o direito de andar onde quisermos nessa pocilga, e quem não gostar ia levar aço ao estilo dos YOREC, pois é com a espada que se faz leis! E minha espada tem sede de sangue!

Ah é, engraçado, mas os ditos “clérigos”, o papa-fronhas e o sapatado não rogaram maldição alguma para doçura (ainda bem, ufa... Se bem que acho que nem funciona hehehe) ou para o servo “amém” (que é uma droga, porque ele merecia e seria quem realmente sentiria alguma importância nisso heheeheheh)... Mas é isso aê, crença idiota de que deuses benignos dão esse tipo de poder para seres tão malucos e sem noção... Fazer o quê...

O servo começou a discutir a respeito da roupa amaldiçoada que ele enviou para o plano celestial, tínhamos de encontrar um lugar para selá-la, já que não dava para destruir. Tanta frescura. Tudo coisa de um clérigo que se achava o cara, caiu na merda e, ao invés de se levantar com os próprios pés, resolveu ser a “namoradinha” do Nerull para conseguir matar o Daryus YOREC hehehehe Claro que falhou. Tava se metendo com um MALDITO YOREC Hahahahaha Duplamente maldito se for verdade que tava apaixonado... u.u

Bem, conversa mole vai, conversa mole vem, ficou decidido que as roupas, pela ideia do “amém” ficariam no templo do gato (tudo bem que parece um gato, mas que porra de nome é esse? Não inspira respeito algum... A kuro deve ter gostado... Ou não hehe).

Shinka não tava querendo mas foi convencido e decidiu que iria ajudar com os encantamentos. A doçura gostou da ideia e se dispôs a armar as armadilhas. Bem, meu papel é dar porrada e levar porrada, então, não me diz respeito, inclusive não ligaria se varressem a merda toda aqui (que é toda a cidade). São um bando de fracotes, sem considerar que são ingratos, os cidadãos. E os ditos “clérigos”, sem comentários. Mentira, vou comentar! >:P Eles estão servindo o deus errado hahahaha... ou... o deus deles não é quem pensam que é... Pft.

É isso, agora é seguir adiante. Vou treinando aqui com a Iceberg... Às vezes em carne viva, às vezes em carne morta, às vezes no ar... Quem sabe? O frio dela me fascina, corta como o diabo, rápida, destruidora, selvagem... Éh, vou gostar de usar ela... Agradeceria Daryus Yorec pela espada, mas ele tinha de se fudê mesmo, fundando uma merda dessa hahahaha. Adios cidadezinha, se tiverem sorte, viverão pelnamente como vermes, com um pouco de azar serão esmagados por si mesmo, com muito azar cairão perante um mal maior! E eu sei lançar maldição também! XD HAHAHAHAH


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nanoc
Posted: Aug 23 2011, 11:01 PM
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Calouro
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SESSÃO DE 20/8/2011

Serviço de registros do Sopro do Dragão

Eu, escriba Mam’n Weel, letrado em dracônico, élfico, Órquico, Gnômico, celestial, silvestre e gauches, tenho a honra de coletar os relatos dos soldados do Sopro do Dragão e reuni-los sob forma de crônicas na Grande Coleção do Dragão, O SD Tales. Como alguns do soldados são iletrados, é dever meu entrevistá-los e coletar suas memórias . O próximo soldado a ser entrevistado é um meio-orc bárbaro que viveu uma estranha e interessante aventura, a qual designei o nome de:

AS CRÔNICAS DE NANOC MATA-BRISA


- Bom dia Nanoc, podemos continuar de onde paramos?

- Sim, sim, di boa Manuel!

- Eu já disse Nanoc: é Mam’n Weel! *aff, essa entrevista vai ser bem longa* - Então, caro Bárbaro, na ultima vez você disse que não se lembrava do que ocorreu na luta de seu grupo com os mortos-vivos que infestara a cidade de Vandalar, não é?

- Ah, e... Olha, num lembro bem não. Nessa hora, Nanoc matar muito zumbis mas Nanoc num lembrar como. Sabe, parecer Nanoc ser outra pessoa... tipo o Conan, o pedreiro!

- Entendo, você deve ter fingido tanto tempo ser o tal “Conan, o pedreiro” *aff, que boccob, me ajude* que você foi tomado por uma segunda personalidade.

- Háa! Foi lado feminino do Nanoc que lutou, HAHAHAHAHAHAHEHSSHEHAHOSHOSHSLHEH!!!

- ... * dry.gif

- Err... bem, Nanoc só lembra depois que matou os bixo morto. Amigo Andor queria ficar na cidade. Nanoc também, gostar da casa de Istraia e do buteco. Muito boa cachaça lá da cobra. Mas Andor num gostou dos amigos do padre Jordel e nem eu. Mas a Fae queria ir embora fugindo lá do povo.

- Sim, prossiga.

- Não, a gente foi pra Istraia, não pro Siga.

- Aff! Eu quis dizer continue, Nanoc.

- Ah, ah sim! *Manuel falar muito estranho*... Galera foi pra casa da Istraia, só que Shinka vai voando. Nanoc gostar de voar igual cupido!!! Mas padre Jordel foi meio triste, desanimado, sem vontade cantar bela canção. Mas também, amigos do padre mal agradecido. Nem falar obrigado.

- Sim, prossig... quero dizer, continue.

- Legau! Fae disse galera andar devagar, sei lá pra quê. Chegando na Istraia, a gente comer a comida dela: oooooh, sopado de porcão com preá! Gostoso pacas... digo, gostoso preás, HAHEHISHEIHASHAHSIHSHS! Foi boa essa, né?

- Muito, estou rolando de rir. *Por Boccob, alguém me mate e me tire desta vida miserável*

- Bem, Andor ficava cantando a Istraia * hehehe, bixo safado* e Nanoc ganhou as costelonas do porcão e comeu. A Fae só falava pra gente comer logo e sair cidade. O ratão de branco tava martelando cabeça do calango de pedra, mas o padre não gostou sujeira que ratão fez. E Shinka chegar atrasado com meia suja na mão. Acho que ele tava procurando outra, num sei.
Então chega gente na porta e Nanoc educado ia abrir, mas Fae falou pra gente esconder lá no quarto do ratão, sei lá pra quê. A Istraia perguntou quem era e voz lá fora diz procurando grupo de herói. Andor depois de muita conversa ficou puto e saiu gritando pra porta *num era pra gente ficar quieto?* e Istraia pegou a moça de verde e colocou pra dentro de casa.

- Moça? De verde? * uma ranger? *

- É, moça do zoreião igual do Shinka e bem totosa, só com uns melão bem grande se é que entende Nanoc, HAHEHSSHEHEHEHSHHEHSHEHE!

- *dry.gif * Sim, uma mulher *elfa* bonita se é isso que quis dizer.

- É, moça “bonita” chama Tauriel. Ela falar que o rei quer pegar a gente no pique-pega mas ela poder tirar gente da cidade na moita. Fae parece num gostar dela, mas Nanoc num intender: se Fae num gostar da moça dus melão, porque dar pedra bonita de presente na mão da moça? Mas depois Fae tirar pedra da moça e sorri pra ela. Acho que tava testando pra ver se moça não ia robar. Só pode...
Tauriel falar que Rei mandar matar o povo da vila dela * Rei safado! * e ela procurar ajuda da gente acabar com Rei. Fae parece gostar da moça agora e Istraia chamar ela pra comer com nóis. O ratão doido ficou lá gritando “ureka, perereca, precheka”, sei lá o quê (Bixo mau criado, falando palavrão na hora de comer) e falou achar mistério de vida. Que mistério, bixo bobo? É simples: ou tá vivo ou tá morto! Nanoc mais sabido que ratão branco. E padre Jordel tava muito nervoso, calado, num queria comer. Ele muito estranho depois de falar com os amigos dele, Padre muito preocupado.

- Ele estava preocupado? Interessante...

- É, ele parece num gostar de se livrar das roupa encapetada nem dar calango de pedra pro ratão branco matar. Diz que tá fazendo as coisa tudo errada.

- Hum, sim. *Dúvidas morais? Dúvidas de fé? Servos de Pelor são tão frágeis.* - Prossiga, por favor.

- Num é pro Siga, é pra... ah, você falou pra Nanoc continuar! Nanoc esperto agora, heh! Depois amigo Andor falou historia dele pra Tauriel. Ele filho de ferreiro e ficar rico, mas a guerra matar família dele. Ele moleque fugiu pelo mundo pra aprender a lutar. Historia triste. Nanoc também conta historia triste dele, que...

- Sei, sei! Sua família escrava, sua mãe morre, você foge e se perde do irmão, sopro do dragão, elementais do vento e tudo mais.

- Nanoc já contar historia minha pra tu?

- Já é 23º vez, se não lembra. *Pelos deuses, até quando?*

- Tudo bem. Nanoc não gosta lembrar muito. Ah, nesta hora a mochila de Nanoc que deu pra Fae se tremeu toda e caiu no chão. Fae foi lá e tirou pedra fumaçando com papel lá do Torinho. Aí, duma hora pra outra o padre começou a tremilicar todo, parecia encapetado também. Mas depois Andor dá uns tapa na cara dele e melhora. Andor, o ezossista!
AH, Depois Nanoc ouviu um barulho de ferro batendo lá fora da casa e a gente despediu da Istraia e saiu pulando a janela dos fundo. *Eita, Nanoc lembrar que tá devendo 30 moeda pra Istraia*. A Tauriel foi na frente mostrando caminho no meio do mato escuro.

- Realmente uma ranger, sem dúvida. De que tipo será? Ela carrega espadas ou arco e flechas?

- Ah, ela carregava um arcão bunito de se ver. Ah, escuta Manuel melhor parte agora! A gente foi correndo no meio do mato indo pra montanha do gato e a gente viu umas luz no meio do mato e lá tava o baixin que a gente viu láaaa atrás no templo.

- Hum, o domador de feras que vocês despistaram por meio do teletransporte.

- Olha Manuel, eu num sei se ele era “tomador” de fera não, mas ele tava com os cachorrão loiro. Ele disse que mulher da cidade falou que a gente matou lá os bixo morto e ele veio atrás da Tauriel, seguindo ela, que cabra safado! Disse que ia prender nóis e ganhar uma gorda de recompensa. Oxe, se fosse Nanoc, ia querer ganhar gostosa de recompensa, oras.

- Nanoc... ele estava falando que iria ganhar muito dinheiro.

- Uai, a gorda é rica?

- ... ... ...?!?dry.gif Boccob, porqueeee? *Minha honorável mãe dizia: “estude meu filho e
você tornar-se-á sábio e rico”. Mãe, se estás agora no Plano Celestial, zele por minha sanidade*. Prossiga, Nanoc!

- Ah, continue, né? Tá legau. Ai, o Shinka falou pra ele deixar a gente em paz, mas ele mandou os au-au loiro pegar a gente. Ai, a Tauriel tacou umas flecha nos au-au loiro perto do baixinho “tomador”. Karai véi!!! Mó massa, os bixo começou até a derreter.

- Humm, uma ranger élfica com flechas ácidas? Habilidosa e bela.

- E totosa também! Mas aí, um cachorrão loiro pegou na perna dela e começou a dá choque nela. Todo mundo partiu pra porrada e outro cachorro loiro pegou Fae. Nanoc não gostar! NANOC NÃO GOSTAR DE CACHORRO MORDER FAE! NINGUÉM BATE NA FAEEEE!!! NANOC PEGAR MACHADO E CORTAR CABEÇA DO CACHORRO LOIROOO. CACHORROS LOIRO VIR PRA CIMA DE AMIGOS NANOC! NANOC MATAR TODOS ELES! ACERTAR UM, RACHAR NO MEIO, CORTAR CABEÇA, CORTAR PATAS! E CACHORRO MORTO DAR CHOQUES NO NANOC WAAAAAAAAAAAARRGGGHHH!!!

- NANOC, POR AMOR DE BOCCOB, GUARDE SEU MACHADO E DESÇA DA MINHA MESA!!!

- Ops, foi maus Manuel! Heheheheh! Nanoc empolga às vezes. Tipo, amigo Andor corta e congela cachorro, Tauriel taca flecha no bixo, Fae mete faca nos bixo, o padre ficou forte igual Nanoc e bateu com porrete nos cachorro, Kuro virar panterona e Shinka ficar brincando de cordinha, sei lá pra quê.
Mas cachorro pegar Fae e Shinka e eles quase morrer. O padre ir lá e curar o dois e ficar lá chorando abraçando fae. Tão lindinho, gotas de água no olho de Nanoc.

- Claro, muito sensível você.

- Mas aí, Nanoc ficar cansado de repente e... e... O baixinho viado “tomador” fugiu!!! Ah se Nanoc pegar baixinho!

- Bem, pelo visto depois de acabar com a ameaça dos animais elétricos, o domador fugiu aproveitando a distração.

- É! Nanoc, Andor e Tauriel queria ir atrás, mas ele voltar pra cidade. Então padre dar água em copo bonito pra Fae e ela melhorar. Pro shinka também. A gente foi pra montanha do gato no meio do escuro e Tauriel achar caverna pra gente dormir. Nanoc entra caverna pra dormir, mas Nanoc meio ruim de dor da barriga. Nanoc achar que foi o preá esquisito que comeu.

- Então, foi o fim desde dia tão tribulado. Não foram seguidos? Ninguém os atacou a noite?

- Não, tudo tranqüilo. Mas de manhã o shinka chamar a gente pra acordar mas padre tava tendo sonho ruim e não acordava. Aí Nanoc apertado foi descarregar o preá ali atrás do matinho e foi muita...

- Nanoc!!! Não precisa contar ESTES detalhes, por favor.

- Ah, hehehehehehe! Desculpar Nanoc, Manuel. Bem, depois de Nanoc obrar, Nanoc volta e vê padre rezando ali atrás, mas ele tava chorando. Será que tava machucado ou triste? Sei lá.
Andor foi obrar também e o Shinka vai atrás dele. Credo, Shinka ser muito estranho até pra Nanoc. Daí Fae falar pra Nanoc mostrar seu machado afiado pra Tauriel. Ela gostar do machado Nanoc e até dizer que ele é graaande, hohohoho!

- Aff!! Depois perguntam porque a população de meio-orcs vem aumentando a cada ano.

- Taurel fala da sua historia triste pra Nanoc, e Nanoc promete ajudar Tauriel pegar Rei du mal. Nanoc olha pra trás e vê o Shinka brilhano o Andor e ai o Shinka cai. Depois levanta e fala que Andor tá com maldição de num pegar muié. Eu hein, macumba isso!
Depois a Tauriel ouve coisa chegando perto mas Nanoc nem vê. O Shinka solta bolota de fogo e explode negoço de ferro e fala que tem rasgo no ar. Nanoc não viu negoço de ferro e nem rasgo no ar. Acho que preá fez mal pro Shinka também. Daí Shinka faz pano voar e disse pra gente subir pra montanha. Nanoc adora voar!!! Quer voar de novo!!!

- Ok Nanoc, nossa hora acabou. Então foi só isso? Nada mais relevante?

- Acho que não. Ah, tem sim! Shinka fez luz no chão e falou pra Andor passar nela. Aí Andor brilhou estranho e disse que tava bem depois. Mas ai... a espada dele falar uns palavrão feio, véiii!!! Tá todo mundo encapetado aqui! Vai se benzer, ô!!!!

- Espada... falante?!? Nãaaaooo... será possível?
Enfim, terminamos por aqui Nanoc. Venha no próximo sábado, por favor.

- Falou!!! Xau Manueeel!!!

- Eu já disse mil vezes: é MAM’N WEEL!!!!! *ai, que Boccob guie meus passos* dry.gif


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Andor Yorec
Posted: Aug 29 2011, 02:54 PM
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Sessão: 27 e 28.08.2011

HAHAHAHAHA! Devo dizer, Daryus Yorec só podia ser um maldito Yorec! A espada dele, não, minha espada, fala! Tem personalidade e tudo! Inclusive tem uma personalidade bem forte e depravada hehehehe... Gostei dela, Iceberg.

Logo que começou a falar, já foi praguejando contra mim hehehe. Ela queria saber quem eu era! Hahahaha... confesso que fiquei decepcionado com isso a princípio, achando que ela me identificaria imediatamente como um Yorec... Mas para falar a verdade achei melhor assim, afinal, os Yorec's são malditos! E ainda pude zoar com a espada, falando que era o dono dela. Ela não aceitou isso muito bem, nem acreditou que eu fosse um Yorec... Bem, não tinha como provar, então, fiquei zoando mesmo hehe...

Iceberg perguntou sobre Daryus. Respondi que ele tava mortinho da silva ahahaha! Ela ficou irada comigo, achando que eu era um falsário ladrão e começou a congelar minha mão! O.O Hahaha Fria como o inferno por fora, brasas por dentro! A espada ficou a me ameaçar e tentar cada vez mais congelar minha mão... Heheheeh ela não sabe com quem tá se metendo... aliás, talvez por saber ela age assim! Hahahaha

Eu que não ia soltá-la! Anos lidando com metais derretidos, outros em brasa... Não seria o frio que me faria largar, pois os Yorec são como forjas, duros, inflexíveis e quentes! Iceberg bem que tentou, mas não conseguiu me fazer largar. Praguejando desistiu e ainda se fez de fodona falando que ia me dar uma chance! Hahahah! Fala sério, que espada marrenta que fui arranjar! XD Me lembra alguém... Na verdade me lembra duas pessoas... Talvez eu mesmo, de certa forma tongue.gif … E... ela por outro lado...

Tauriel ainda ficou pedindo para eu soltar Iceberg, mas ela não entende... Sou teimoso mesmo! Sou um Yorec! Hahahahahaha

A espada ficou chateada, não, melhor, ficou entediada... De repente me diz sem mais nem menos: “Tá vendo a loirinha ali? Mostra quem é que manda e fala para ela que o que ficaria bem em você é ela!”; “Loirinha?” - penso na hora em Fae e olho para a ladina, que tem sua mão segura pelo... Jordel... “Claro que a vejo, meus olhos sempre são atraídos para ela! Hehehe”; “Não seu hermegúmeno! To falando da gostosa de arco aí do seu lado, seu abestado!”; Hahahahahah que espada boca suja e pervertida... Só podia ser minha! Hahahahaha

“Nah, a Tauriel é uma elfa...” - respondi sem conseguir em pensar algo melhor... Pois a imagem que vira a pouco estava queimada em minhas retinas... Iceberg diz algo que me chamou a atenção, quebrando a escuridão: “Cadê meu manual?” - sério, quem diz algo assim? “Cadê meu manual?”. Hahahaah Ela tem um manual? Achava que espadas não tinham a sensibilidade de uma mulher em sua intimidade... hehehehe Tanto que se fosse para isso, eu descobriria rapidamente, afinal, sou um perito nisso! cool.gif

Mas ela logo se fez mais clara, explicou que tinha um manual com os poderes dela... “Poderes?!” - Há, então ela tinha mais poderes que eu poderia imaginar... Quem diria... Mas onde o Daryus enfiou o manual da Iceberg? …......... Acho que é melhor não saber! HAHASHAHAHAHAAH XD

Mesmo assim a espada ficou pentelhando sobre o manual, aí respondi em deboche: “Deve ter ido para o brejo, escafedeu-se, foi-se, sumiu, assim como seu antigo dono!”. Ela ficou puta e ficou ralhando... hehehe >:)

Fiquei curioso: se embainhasse ela, talvez se calasse? Perguntei para Iceberg – acho que vou chamá-la só de Ice agora... >:) - e ela me ameaçou dizendo: “vc não ousaria”. Pois é, me desafiou heeheh... E se ferrou, porque ousei sim! Há! Se ousei! Hahahaha! Oras, parece que não conhece um Yorec! smile.gif

Com Ice de castigo, hehehe, fui lá ver porque Fae e o servo estavam juntinhos... Reparei que o servo tinha dado um anel para ela e tentava jogar charme (O.õ), ou ele pensava que tava jogando charme hehehe. Enquanto me aproximava, “amém” cede a seus impulsos e a beija... (O.O) E ela deixa! Pois é, que coisa... Nah, talvez assim deva ser mesmo... Ou não... Sei lá...

Aproveitei para curtir um pouco com a cara do servo e provocar a leoa! Hehehe... Shinka e Nanoc ajudaram também! Fae não parava de acariciar o anel que lhe foi dado, sem jeito, um pouco envergonhada por todos estarem olhando... Logo mostrou suas garras e rugiu para todos! Hahahaha essa Fae... Vou te contar... Vermelhinha ainda... uau... “Namorando! Namorando!” - ficou repetindo o amigo verde hehe. Anel, beijo, reação da Fae... É... Tava indo mesmo...

Sorri, fiz cara de deboche (acho que tava debochando mesmo hahahaha) e disse que queria ir na lua-de-mel, pois dizem que a três o negócio é mais “caliente” Hahahahahaha.

Aí Tauriel diz: “É mesmo? Um dia vou experimentar.” ….........................................(O.O)................................ Hahahahaahahahha! Sério, nunca imaginaria uma elfa pervertida... heheeheheh Só para constar, novo interesse na elfa safadinha... Se tiver sorte com ela, acho que dá para ficar um pouco feliz... Se bem que nunca tive uma elfa? Como elas são... será? Diferentes talvez... Exóticas, quem sabe... Hm... hehehe Imaginação correndo solta aqui... smile.gif

Mas Fae tava lá. Ficou braba que nem o diabo com meu comentário pervertido debochando. Gritou comigo. Por um instante, apenas por um instante, sorri de verdade. Leoa. Fae Leoa do grupo. Leoa... Não pude evitar, debochei de novo: “Anel, beijo, corada, negação, calor = namoro!”. Ela me ameaçou novamente, dizendo que ia arrancar minha língua! Hahaha... Nossa... Sorri e mostrei a língua para ela tongue.gif... Coisa idiota de se fazer sleep.gif' Nem me lembro a última vez que fiz isso... Quando vi já tinha feito. Emendei logo um “casamento... NOSSA” para zombar e por um fim naquilo... Tava difícil já hehehe. Fae gritou com o Shinka para sairmos voando no tapete dele logo, para o Templo do Gato...

Tauriel disse que eu era pior, falando mais que devia... Heheheeh Uai! Tava todo mundo vendo, oras, qual o problema falar o que todos viam? XD

Jordel se pôs na minha frente e ficou me secando... (O.O) Sério, esse clérigo tá meio confuso hehehe Ele dá em cima da Fae, depois fica me secando?!? Hahahaha Que medo, eu hein!? Sai pra lá servo, não sei se sua religião diz para tratar todos com igualdade, mas sinceramente, tem limites! E eu aqui gosto de mulheres! Hahahahaha

Perdemos um tempão com essa história... Não que eu me importe, pois foi bem divertido. Shinka já tava meio amuado por não ser ouvido hehehe. Que pirralho esse destruidor! Por que será que ele é assim? Me pergunto se o poder dele não seria mais útil nas mãos de alguém com mais ambição, sei lá, tipo... Eu? Hahaha! O destino é uma merda mesmo, dá poderes para aqueles que não querem, não dá poderes para os que precisam, ou pior: dá poderes para aqueles que querem sacanear os outros que não tem...

Todos que podiam subiram no tapete. Eu fiquei no chão, esperando a segunda viagem. Quando estavam decolando, duas bolas de fogo atingiram o tapete! Meu coração parou por um instante... Podia ouvir minha própria respiração... As cenas ficaram em câmera lenta... Gritei com tudo dentro de minha mente! Mas, o que saiu foi apenas: “Boa sorte galerie!”. Não sei porque disse isso... Eles estavam lá, poderiam morrer... Ela poderia morrer...

O fogo expandiu-se no impacto e me atingiu. Protegi meu rosto com as mãos... Senti minha pele queimar, mas não conseguia parar de pensar... Ouvi eles caírem mais para trás de mim. Servo choramingava para seu deus... Pft! Deuses de merda, tão pouco se fudendo! Não vou depender deles para proteger a nós! Fae parecia assustada, mas também gritava de ódio >:) Hahaha quem quer que estivesse atacando ia se ferrar com a gente! Problema: tudo ficou escuro! Coberto por fumaça, algo assim, não podíamos enxergar nada...

Senti algo viscoso nas dobras de minha armadura... Era meu sangue... Estava sangrando há algum tempo... Talvez... Aquele seria meu último combate. Morreria pobre, em troca de nada... Mas era estranho, não estava triste com isso. Pelo contrário, uma felicidade pequena e suave se apossou de minha alma... Pois eu faria aquele sacrifício valer!

Saquei Iceberg. Ela me xingou, hehehe, novidade... Disse para ela o que estava acontecendo, já a deixei prevenida que eu não sobreviveria. Ela ficou puta e me chamou de chorão! Hahahaahah! É, tava choramingando mesmo... Quem diria... Aquele grupo me deixou fraco... Sorri quando me dei conta disso... Iceberg... Ela me tornará forte! Nem que seja na porrada! Hahhaahahah. “Cala boca seu chorão! Deixa comigo! Só me sacode que eu resolvo!” - HAHAHAHAHAA Gostei muito dessa espada sem noção! cool.gif

Comecei a gritar impropérios provocantes contra nosso inimigo, ou inimigos. Fazer barulho. Talvez assim se concentrassem em mim... Nanoc gritava e eu podia ouvir seu machado assobiando cegamente! (O.O') Tomara que ele não chegue perto de mim! Hhahaahah! Senão Iceberg vai ter de procurar novo dono! Hehehehe

Eram inimigos mesmo... Muitas vozes... Ordens para atacar... Ouvi Nanoc urrar com dor... Ouvi o “amém” lamuriar para seu deus... Ouvi Tauriel xingar os covardes (heheeh eita elfa de boca suja!)... Fui atingido de leve... Então, ouvi Fae gritar... Onde diabos estava Shinka? Ele devia sumir com essa escuridão! E o servo? Era uma droga mesmo!

Mas a escuridão se desfez! Vi o rosto dos inúmeros inimigos à minha frente. Um frio passou por minha espinha. Eu ia morrer ali. Meu olhos observaram meu próprio sangue escorrer pelas dobras da armadura. Minhas mãos se cerraram no cabo da espada. Eu estava mais na frente que todo mundo. Olhei para trás, o grupo estava lá. Nanoc estava mais próximo e urrava. O amigo verde me jogou uma “bola de fúria sem cansaço do rato branco”. Peguei e sorri. Um bárbaro... Talvez isso me salvasse... Mas morrer como alguém que não sou? Não... Morreria como um maldito e idiota Yorec. O destino não me tiraria isso!

“Iceberg, tá vendo aquele cara feio ali? Vou enfiar você no cú dele! HAHAAHAH!” - eu disse apontando para um inimigo. “Você é podre!” - ela respondeu. Sim eu sou, sei disso. Por isso tava ali. Para isso estava ali. Sorri e trocei: “O quê? Tem medo do escuro?! Hahahaha”. Inflei os pulmões e gritei para os inimigos: “Podem vir seus covardes! Testarão o sabor de meu aço gélido! Pois minha espada tem sede de sangue!”. Três vieram para cima de mim.

Nanoc foi desarmado. Mas o amigo verde começou a socar os inimigos! Hahahaah! Era... como se diz? Uma honra lutar ao lado de um guerreiro como ele! Honra nada! Era hilário! Hahahahahaha biggrin.gif

Matei um deles e deixei outro inconsciente... Olhei para trás rezando para que o tempo que eu e Nanoc comprávamos seria o suficiente para o restante do grupo se retirar... Aí vi Fae, mais adiantada que o resto, cercada por inimigos! NÃO! QUE MERDA O SERVO TAVA FAZENDO DEIXANDO ELA SAIR ASSIM? QUE MERDA ELE TAVA PENSANDO!?PORRA! IDIOTA! angry.gif Queria correr para lá, mas o inimigo tentava me atingir e eu estava fraco. Um descuido, eu morreria e não seria mais um obstáculo para outros inimigos que viam em direção à Fae. Tive de cerrar os dentes e aguentar... Gritei para o servo buscar Fae e tirá-la de lá, xinguei ele. Mas ele tava cercado. Infernos!

Logo, fizeram do servo um saco de pancada. Macetaram ele com tantas marretas que eu diria que ele caiu como um saco de ossos, não um corpo. DROGA! Não era para ser assim! Ele não deveria morrer! Idiota! Eu tinha de morrer! Não ele! E agora? Fae... Eu olhei para ela, ela gritava... Aquela expressão... Eu lembro dela... No rosto de outra mulher... No passado... NÃOoo... Desta vez não! Ia matar todos aqueles bastardos! Morreria mas levaria eles todos comigo! Para o inferno a que pertenço!

Então, os cabelos de Fae se ergueram e seus olhos ficaram cruéis... Exalava ira por todos os belos poros de seu corpo... Oryn, seus poderes, que tanto falavam... Despertaram... Sorri com o canto da boca. Olhei para os inimigos. Hahaha vão tudo tomar no cú, seus trouxas! cool.gif

Aí, só lembro de estar próximo de algumas árvores, cercado de lascas de madeira, galhos cortados, com folhas e farpas sobre minha armadura. De pé, encarei as árvores na minha frente... (O.O) As árvores estavam sem folhas, com galhos cortado como estacas... E os corpos de nossos inimigos em pedaços empalados nela! Afastei-me andando de costas. Procurei meus companheiros. Nanoc estava lá meio perdido, olhando a árvore de natal do dia dos mortos (hehehehe). Shinka estava distante, mas se aproximava pasmo, o servo ainda caído, Tauriel olhando sua espada ensanguentada como sua mão, então, eu vi uma mulher (bela diga-se de passagem XD) de pé do lado do... corpo da FAE! Corri sentindo as feridas se abrirem, o sangue escorrer, mas não tava nem aí. Me interpus entre a estranha e Fae, pronto para um combate... No qual pereceria com certeza!

Chamei por Nanoc. Precisaria da ajuda dele. O amigo verde, sempre prestativo, veio logo pronto para um combate também. Peguei Fae no meu colo, trôpego me afastei e a coloquei gentilmente sobre a relva, segurando-a em meus braços. Não podia estar morta, não podia! Primeiro Jordel, agora Fae? Que tipo de comédia trágica esses malditos deuses encenam?! Tentei acordá-la, mas em vão. Tentei identificar algum ferimento, mas só via meu próprio sangue mesmo. A mulher estranha se identificou como N. Parece que Shinka a conhecia. Nanoc a deixou se aproximar. Ela deu uma poção de cura para Fae. Fique de olho. Se fosse um truque... Não sei o que faria.

Fae acordou. Por um momento, esqueci todos os arredores, pois vê-la acordar foi como um sonho bucólico que destrói um pesadelo... Paz retornou à minha alma... Seus lindos olhos me fitaram, um pouco desfocados, provavelmente imaginando Jordel no meu lugar... Mas estava aliviado demais para ligar com isso. Abracei-a sem perceber. Logo que percebi me afastei, ajudando-a a ficar de pé. Me assegurei que estava bem, acabei com o contato físico. Gritei para o Shinka ajudar Jordel e disse para Fae que o servo tava gravemente ferrado. Fae ouviu e foi correndo para ele, com lágrimas nos olhos... Fiquei ali olhando...

N disse ter uma mensagem para Fae. Na verdade um doido chamado Kadabull tinha uma mensagem. Não gostei dele. Fiquei com a pulga atrás da orelha. Queria que ele falasse na frente de todos, mas o filho da mãe queria falar a sós com Fae! Como se eu fosse deixar!

Notícias boas! Jordel estava vivo e logo o curaram com outra poção de cura de N. Ela tava ajudando mesmo... O servo acorda, sem lembrar bem o que aconteceu. Fae chora de alívio. Heh...

O puto ainda reclamou dizendo que Fae não devia ter feito isso! angry.gif Qual é o problema desse babaca?! Se Fae não estivesse lá, acho que teria realizado o desejo dele de continuar morto... Puta que pariu! Depois eu sou o idiota com mulheres! Hahahahaha!

No fim, Fae aceitou falar a sós com Kadabull. Preveni o servo, alegando que eram suspeitos, que podia ser uma armadilha, algo ruim para Fae. Pedi a ele que fosse com a Fae, mas ele fez o que vem fazendo ultimamente: “amém”. Não entendo até onde vai os sentimentos dele... Deixar Fae a sós com um estranho filho da mãe?! Não podia com isso! Se ele é um cagão que não vai, então, vou eu! Mas que droga!

Andei mancando, mas o fluxo de sangue aumentou, minhas pernas perderam as forças, caí de joelhos sobre a relva... Maldição! Tava fraco demais. Perdera muito sangue. Finquei Ice no chão e me deitei vencido. Estava farto daquilo. O destino me mostra os mais diversos caminhos. Tento-os todos. E todos eles me esmagam.

Fiquei lá deitado ouvindo N conversar com Shinka. Fechei os olhos. Ouvi som de pesos caindo e sendo arrastados. Olhei na direção. Vi o servo “amém” arrastando os corpos dos inimigos para sepultá-los (não sei se queria queimar ou enterrar). Ô.õ

N contou que foi Fae quem usou seus poderes para controlar todos, matando os inimigos sem piedade com doses de crueldade e sadismo. No final, ela colocaria seus próprios companheiros um contra o outro para se matarem... É... Sem Jordel, o resto do grupo não tem importância... Por isso Fae nos mataria? Uma forma cruel, mas tava indo... Imagino como Fae se sentiria sob sua máscara... Espero que não fique tão mal, afinal, não era ELA. Era o poder fora de controle. ELA nunca faria isso.


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Andor Yorec
Posted: Aug 29 2011, 03:06 PM
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Sessão 27 e 28.8.2011 PARTE II

Talvez ainda pudesse ir lá ver Kadabull e chutar a bunda dele... Olhei para o servo coveiro de inimigos. “Ei servo! Tem cura aí ou tá difícil?” - o servo coveiro olhou para mim com raiva, voltou a enterrar seus preciosos corpos sem nada dizer... Pois é... Agora não sei mais... Acho que encontrei o limite de Jordel. Pft. Que merda. Esperava mais, bem mais... Clérigo que não cura companheiros que se ferram no combate pelo grupo... Triste... Não é bom o suficiente. Deixar um companheiro morrer? Isso é mal. Droga, precisava de uma cura rápido antes que fosse tarde demais... Queria mesmo chutar Kadabull nas fuças! ^^

O amigo verde, conhecido por sua falta de perspicácia, notou meu estado deplorável! Hahahaha! Hilário, se alguém deveria demorar para notar era ele... Mas não, foi o primeiro. Se aproximou preocupado. Eu disse que tava mal. Ele me lembrou dos espinhos de cura! Hahahaha! Sério, o amigo verde é bem mais inteligente do que o povo acha! Agradeci. Fui me arrastando até os espinhos estavam, na mochila de alguém que não me lembro.

Usei os espinhos e logo tava novo em folha! Jordel que se foda com sua loucura! Não bastava estar ficando louco com pesadelos, chorar como um bebê, agora ficou de birra para enterrar mortos inimigos e deixar um companheiro sofrer... Quase acreditei que seria diferente... Pena.

Mas fora tarde demais. Fae retornara com Kadabull. Ela parecia... feliz blink.gif'
Shinka tentou indagar a Kadabull a respeito de um tal de Verdelo e tal. Kadabull chamou Shinka de idiota e se foi rindo. N resolveu ajudar o grupo... Hahahaha quem diria. Fim estranho.

Fae fica sabendo que fora ela quem causara tudo aquilo. Ficou triste. Chorou, eu acho... Malditos deuses... O servo coveiro foi lá consolar ela... Espero que ele não esteja fedendo sangue, urina e merda de mortos que tava enterrando! Hahaha.

Ficaram a conversar um longo tempo. Peguei Iceberg de volta. Conversei um pouco com ela. Depois fui até onde o pardal (é, demovi ele de posto! Hahaha) e a leoa estavam. Tava tão meloso que achei que minhas botas tinham pisado algo nojento... Hahahah.

Ouvi Fae se chamar de monstro, que um dia acabaria matando pessoas inocentes, o grupo, seus amigos... Raiva subiu à minha cabeça. Disse a ela: “Fae, você escreve seu próprio destino. Você é quem você quer ser, nada mais, nada menos. E mandam todos que tentam lhe ditar o destino se fuderem! Porque seu destino é seu apenas!”. Ela pareceu me ignorar... Pudera. Com toda a merda que aconteceu, mais o pardalzinho coveiro ali pendurado nela... Hhahahaah

O grupo todo se uniu para levantar o ânimo de Fae. Até mesmo a elfa novata e a estranha N. Fae fingiu estar melhor... Mas não me engana. Fiz piadas sobre termos coisas importantes a fazer, por mais que não me lembrasse, e que uma coisa que aprendi como um mercenário é que devemos fazer um serviço bem feito! Hahahah.

Shinka lembrou a todos que tínhamos de ir ao templo do Gato. Lançou magia de voo no Nanoc e em mim. Surgiram asas nas nossas costas... sleep.gif' Pirralho mesmo! Hahahahah. Mas ficou legal. Acabei me distraindo conversando tanto que Nanoc levou todos na suas costas com algumas viagens. Quando vi, tava eu e o servo coveiro. Nem pensei. Vazei e deixei ele lá! Hahahahah... Sacanagem com o amigo verde, teve de voltar só para levar o pardal coveiro.

Fomos até o templo. Tinha algumas armadilhas reativadas. Shinka fora pego junto com Fae. Nada muito sério. Finalmente chegamos ao corredor que levava para a biblioteca secreta. Ouvimos vozes lá de dentro. O pessoal se aglomerou na ante sala perguntando-se sobre as vozes... Até o servo ficou enrolando! Tudo bem, melhor ele ficar com a Fae e ver se protege ela direito, idiota.

Avisei o grupo e fui sozinho. Entrei na biblioteca de sopetão, empunhando Iceberg. Eram aqueles dois malditos Vrocks que fugiram da outra vez. Travei um duelo de palavras. Fugiram pelo poço novamente. Fui fuçar os livros onde estava procurando algo.

Finalmente chegou o resto do grupo. Pedi a Shinka que verificasse os livros. O servo queria ir atrás dos demônios! Hahaha... Qual é a dele? Que cara cego sem noção? Ir atrás dos demônios sozinho ou com um cara só para cobrir as costas? Tava querendo deixar Fae viúva sem ter casamento! Hhahaahahah.

Fae deu uns safanões no servo para ficar esperto. Este se encolheu lá. Meow! A leoa ataca! Hahahahahahahaha biggrin.gif

Finalmente, o destruidor acha dois livros. Um de invocação demoníaca e outro da história da cidade de Vandalar. Andor sugere para queimar o livro demoníaco. O servo coveiro quer queimar tudo. Nanoc apoia a ideia. Fae também, assim como N e Tauriel.

Shinka parece gostar mesmo dos livros, não quer queimá-los. O servo “amém” cata um livro e diz que será útil para o grupo – há, ele diz para queimar tudo, mas escolhe um livro e ninguém pode tascar? Hahahaahah – e diz para Nanoc queimar tudo e tirar Shinka à força.

O amigo verde fica feliz, amontoa os livros, guarda um – ele tava olhando as imagens e achou um livro sobre ninfas, cheio de imagens de ninfas ao natural! Hahahahahahah – depois pega seu isqueiro e uma chama crepitante logo surge... A fumaça se espalha, as línguas de fogo se multiplicam. Shinka grita. Nanoc o carrega a força para fora... Fico lá, por último olhando para Shinka sendo levado, debatendo-se desesperado contra o amigo verde...

Ele realmente parece amar livros... blink.gif'. Que bizarro... Que prazer pode tirar de meros livros? Enfim, não cabia a mim entender ele, afinal, o destruidor era bizarro demais para eu poder entendê-lo. Virei-me para as chamas. Vantagem de ser ignorado: ninguém vê o que você tá fazendo... hehehe. Peguei dois livros aleatórios que estava ao meu alcance. Tudo que poderia ocultar do grupo. Então, saí tossindo... Fumaça dos diabos esses livros!

Shinka estava lá, aborrecido profundamente, até diria deprimido. E o pior: ainda respondia as perguntas dos outros que queimaram o que lhe era mais precioso... Não dá para entender... De repente ele é só um pirralho! Talvez deveria conhecer o Toryn, o tal queimador de cidades... Hehehehe.

Chamei o destruidor para uma conversa em particular. Dei-lhe os livros. “Aqui, toma. Foi tudo que conseguir salvar de lá sem ninguém ver. Vê se esconde isso direito”. Shinka sorri que nem criança ganhando bolo. “Ah, você finge ser o mau, mas até que é um cara legal, Andor!” - pft. Ele tava confundindo as coisas. Empurrei ele. “Ei, não confunda as coisas, isto é retribuição. Por ter tirado a maldição de mim e da Iceberg”. Aí ele vem com o papo de amigos, confiança, solidão, blah, blah, bleh, bleh, dih, dah, dih dah... sleep.gif' Respondi que quase acreditei nisso no grupo, mas naquele dia meus olhos abriram. Sabia em quem confiar e em quem não. Sabia principalmente o único a quem poderia confiar minha vida: eu mesmo. O mago ainda ficou tentando me convencer ingenuamente... Cansei do papo cabeça com um pirralho, ri, debochei e fui irreverente. Mandei o destruidor voltar para os outros e ser interrogado por eles. Estava farto de lenga lengas.

O destruidor resolve usar seus poderes para obter mais informações das roupas amaldiçoadas... Fae tem um ataque de dor e cai dobrada no chão... Fiquei assustado e puto com o Shinka, achando que ele poderia ter causado isso... o pardal ficou massageando Fae para ajudá-la a respirar. Logo percebemos que era um contra efeito do uso dos poderes de Oryn... Fae ficou melhor, Shinka sofreu danos pelo uso de seu poder, o pardal coveiro o curou de imediato.

Sentei-me e fiquei lá verificando minha armadura avariada. Lembrava dela ainda quando acabara de sair da forja... Começaram a discutir sobre o que fazer com as roupas amaldiçoadas. Tava demorando. Todos entediados, menos Shinka (que pesquisava e discutia como selá-las), Fae (que participava diretamente) e o pardal coveiro (que queria selá-las de qualquer jeito).

O servo coveiro começou com o papo de ficar com as roupas se isolar do grupo e terminar seus dias combatendo os mortos vivos que elas atraíam. Falou isso para a Fae sleep.gif Sinceramente, alguém precisa dar umas porradas nessa cabeça de vento! Onde estava com a cabeça quando pensei que ele era o cara? Pft. Nem tem como. De certa forma, fico feliz com isso, mas ao mesmo tempo triste... hahahaha que merda, hein?

Fae passa o sabão no pardal coveiro. Ele fica todo vermelho putinho da silva mas se cala. Êeeee! Outra patada de nossa leoa! Hahahahha! Aproveitei e fui tirar onda, tava muito chato. O pardal ficou enfezado e quis me ofender... Hahahaah Se metendo com um maldito Yorec! Nem... Se ele quer criticar e questionar os outros, bem ele que tome na cara então... hahahahah Falei para todos ouvirem da recusa dele em curar um companheiro a morrer. Ele ficou mais puto. Tirei mais onda... Trouxa, dando corda para se enforcar falando as merdas dele... Hahahaha. Fae ficou puta comigo, mando eu calar minha boa e tal... Coitadinho do bebezinho da Fae... >:D

Tauriel, eu acho, disse algo de bonitinho do servo. Aí não aguentei! Tinha que zoar com essa! Qualé, o povo dá sarna para coçar e não querem que eu coce! Hahahahahaha! “Ówunnn TchukiTchuki!” - HAHAHAHAHAHHAAHH O servo ficou fulo! Hahahaha. Depois dessa eu podia ficar na minha, para terminar de rir e recuperar o fôlego, hahahahaha.

A conversa se prolongou mais... E mais... N tava agoniada querendo cortar algo... Nanoc também... Eu também... Até a elfa safada! Hahahah. Aí, para cortar a chatice, saquei a Iceberg e fiquei zoando com ela. Logo Tauriel se sentou do meu lado e ficou conversando com a espada, tentando conversar com ela ao menos... Nanoc também tentou a sorte e quem diria! O cara tido como o mais lento do grupo foi quem se deu melhor contra Iceberg no duelo de palavras! Hahahahahah. Até N tentou falar algo com Ice. Bem, ficamos lá com Ice matando tempo até os outros três chegarem a uma conclusão fenomenal! As roupas voltariam para Vandalar, de onde tiramos... ¬¬

Ou seja, vai e vêm estamos no mesmo lugar ao que parece! Hahahahahha

Pelo menos, tinham a mochila da Fae, do Sopro do Dragão. Entraram em contato com Straya e lhe enviaram as roupas amaldiçoadas para ela sumir com elas lá... Espero que dê certo... Vamo vê... Hehehe

Ok, né, faze o quê?! Nos preparamos e partimos... Na saída do templo, surpresa! Vrocks nos esperando para uma emboscada!

O pardal coveiro começou com ordens de imediato. Separou o grupo em três. Deixou Fae se afastar dele de novo e indo atacar! Sinceramente, acho que ele pirou mesmo... Questionei e ele disse que podíamos confiar na proteção de N para Fae... Pois é, Shinka pode conhecer N, mas eu não conheço, o servo “amém” não conhece, então, que diabos de “podemos confiar”? Pft! Decidi ficar por perto. Se fosse necessário chegaria até a Fae em segundos... Tinha de proteger o Shinka pelas ordens do “amém”, mas sinceramente ele deveria ficar lá com a Fae e o Shinka e eu atacar o outro Vrock com apoio de Tauriel... Bem, como todos já havia se movido conforme orientações do pardal, fiquei no meio do caminho entre Fae e Shinka para poder socorrer qualquer um deles se necessário.

Os Vrocks invocaram servos do inferno para nos atacar. N liquidou 70% deles sozinha! ninja.gif Hahahahah Eita mulher chacineira! Só esperava que ela não acertasse a Fae sem querer...

A luta tava meio equilibrada, até Fae usar seu cetro e por um Vrock para nanar! Hahahahahhaha Aí o outro ficou sozinho. Liquidamos seus ajudantes. Cercamos o Vrock acordado, mas o covarde voava para sobreviver... Shinka na forma de hidra (muito loka!) arrancava pedras com a boca e as atirava no Vrock...

O servo “amém” foi atrás do Vrock que nanava... Usou uma magia para enterrar a criatura, deixando apenas um pequeno buraco para falar com ela quando acordasse... Sorria de forma sádica. O lado negro sádico que ele sempre esconde ficou mais evidente do que das outras vezes... Engraçado, das outras vezes só eu tinha reparado, vai ver sou parecido, além de já ter visto a merda entre os homens...

Ice me revelou um poder novo no qual esfriava o ambiente em que se encontrava o alvo causando-lhe dano. Fiz isso e funcionou! Que espada muito loka! Hhahahahaha.

Finalmente matamos o maldito Vrock que voava. Outro acordou. O servo sádico tentou usar magia de água para afogá-lo ¬¬ Bem, se a ideia fosse do Nanoc ou minha, beleza, sadismo normal, falta de conhecimento normal... Mas não funcionou porque o Vrock não precisava respirar.

Cercamos o inimigo para intimidá-lo e arrancar informações. Ele queria nossa palavra de que o soltaríamos caso nos contasse tudo que sabia... O servo sádico piscou para mim... Eita porra, ele é doido mesmo, já tinha deixado claro que curto só mulheres! Hahhahaahahahah

Fae deu sua palavra de que ELA não iria atacá-lo. Os outros ficaram em silêncio ou soltando ameaças.

Com palavras envenenadas de falsa benevolência, o servo enrolou o Vrock. Para ajudar a convencer o demônio eu jurei para ele que seria libertado... Hahahahahah Ele ainda perguntou se minha palavra vale alguma coisa... Sem comentários!!! HAHAHAHAHAHHAAH cool.gif

Acreditando em nós, o demônio revelou que ele e seu irmão eram outros dois demônios que passaram pelo espelho... algo assim. Revela a localização de outros: Uáxito Decê e Dabarah... De mercenário para caçador de demônios! Hahahahaha! Quem diria...

O demônio, então, perguntou se podia ir agora... rolleyes.gif Claro que podia ir... PRO INFERNO! Hahahahah Enfiei Iceberg no demônio e o fiz congelar ao usa um comando que Ice ensinara (“Freeze”). Depois com um giro atingi ele, fragmentando-o em pequenos pedaços! Gostei dessa espada! Hahahahha.

O servo sádico sorriu com o fim dado para besta... Os outros ficaram satisfeitos, acho... Agora é ver para onde seguiremos, se para o dito templo do espelho ou para uma das cidades apontadas pelo demônio... Bem que gostaria de visitar o sapatado e o papa fronhas para um acerto de contas! biggrin.gif


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nanoc
  Posted: Sep 9 2011, 09:29 PM
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Calouro
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SESSÃO DE 07/09/2011

Serviço de registros do Sopro do Dragão

Eu, escriba Mam’n Weel, letrado em dracônico, élfico, Órquico, Gnômico, celestial, silvestre e gauches, tenho a honra de coletar os relatos dos soldados do Sopro do Dragão e reuni-los sob forma de crônicas na Grande Coleção do Dragão, o SD Tales. Como alguns dos soldados são iletrados, é dever meu entrevistá-los e coletar suas memórias. O próximo soldado a ser entrevistado é um meio-orc bárbaro que viveu uma estranha e interessante aventura, a qual designei o nome de:


AS CRÔNICAS DE NANOC MATA-BRISA


- *Querida mãezinha, zele pela minha alma! Daí, dos altíssimos planos celestiais, de onde o Virtuosíssimo Boccob nos concede...* - Oh, sim, pode entrar!

- OI Manuel! Di boua?

- “Di boua” Nanoc. *aff, onde ele aprende esse linguajar chulo?* - Nanoc, responda-me uma coisa, meu caro barbaro: Você erra de propósito o meu nome ou você é tão débil quanto parece (e prova) ser?

- HAHAHAHAH! Muito boa essa Manuel! Nanoc num ser caro bárbaro! “Nanoc até que bem baratim, só chegar as mina que eu to facim, faicim”! AJHAHAHSHSASSFH, gostou da musica do Nanoc?

- Retiro o que eu disse. Enfim, meu “bárbaro barato” *affss eternos dry.gif * termine o que você estava me contando na nossa ultima entrevista. Seus colegas ainda discutiam o que fazer com as roupas amaldiçoadas e você - pelo nome dos bons deuses - queimou uma biblioteca inteira de livros raros. Aconteceu a luta com os demônios, que pelo o que pesquisei depois do seu “rico relato”, eram Vrocks. O que ocorreu a partir daí?

- Aham! A Fae mandou as roupas encapetadas pra Istraia e depois matamo os dimonho que parece urubu. O padre ficou mó ligadão na espada aiçebergui do amigo Andor mas ela num gosta muito de falar com os homi não. Só com as mulé! HAEHAEHEHEHSE espada num é polída HAOHSOHSIDHDSHSHSHDSSDFHSFD!!! Entendeu, espada num é...

- Já falou esta piada 3 vezes na ultima entrevista, então acho que já entendi sim. dry.gif

- Você esperto, você sabido! Por isso gostar de tu, Manuel! Deixa verrrrr..... Ah sim! Nanoc tava mó zuado da luta, então Nanoc pedir Espinho da cura pra Fae. Ah, Shinka e Andor começaram a ajuntar os pedaço dus dimonho num canto e chegou encomenda na mochila de Nanoc que deu pra Fae. As roupa encapetada tinha voltado tudo!! Fae leu carta e disse que quando chegou as roupa lá, os bixo morto voltar e os caçador tava lá matando eles de volta. Ah, Nanoc num gostar! Nanoc matar com tanto carinho, pra eles voltar de novo e Nanoc num ta lá pra matar de novo. Nanoc confuso com tanto bixo que morre e vive e morre e vive e morre...

- Entedi essa parte Nanoc! *O problema é bem sério: como eles farão para acabar com a maldição destas roupas?*. Prossiga Nanoc... quero dizer continue, continue!

- Beleza... errr.. AH, tu num vai adivinhar: os pedaço dos dimonho morto começou a se mexer e tava vivo de novo, véeei!!!! Caraca, Nanoc num gostar! SE NANOC MATA É PRA TÁ MORTO, CARAY!!!

- Nanoc! Não fale essas palavras grosseiras em minha sala! E se for pra você ficar fora de si novamente e subir na minha mesa, eu juro que... angry.gif

- Baaaaah seu bobo! Nanoc não ficar fora di si, ele sempre dentro dele mesmo, oras. Nanoc num é fantasma.

- *Boccob... .... uuufa..... uuuufa..... porque o Senhor, Deus dos Mistérios, não me concede esta benção? Porque não transforma este bárbaro em fantasma agora mesmo? AAAAAAAFFFF! Foco, Mam’n Weel, foco* sad.gif . Nanoc, o demônios voltaram a vida, certo? Então...

- Ah, então o que eles começaram gemedo assim, sabe: UUuuuUuuhhh! Ai o Padre levou o Shinka e a Fae lá pra dentro e a gente começou a dar porrada nos bixo de novo. A N ajudar a dar mais porrada ainda. N muito foda!!!

- Sim, prossiga.

- Não, porrada nos bixo morto que tá vivo, não no Siga. Ai N bater nos filhote de dimonho e a Tatá meter flecha nos bichão que tava voando. Ai os dimonho urubu ficou assobiando tão alto, mas tão alto que Nanoc ficou meio tonto, com dor nos zuvido.

- Hum, o poder do Silvo Atordoante. Criaturas maquiavélicas e interessantes.

- Nanoc num conhecer esse Sílvio, não. Ele é Famoso? É aquele que dá dinheiro pros outro e fala “Ah-Hae-hi-hiiiii”?

- Não, Nanoc! É SIL-VO!! É quando uma criatura.... olha, continue logo seu relato, sim.dry.gif

- Tá bom, tá bom, mas num se irrite. Aí um do Urubu grandão chamou lá os dimonhozim pequeno e apareceu um monte deles. Ai o dimonho urubuzão deu lá o Sílvio mas Nanoc esperto tampar os zuvido com as mão, HAHOSHISHAS! Nanoc sabido! Mas Andor e N num foi esperto não e ficou lá bestando e tomando mãozada dos dimonhozim.
A tatá e o lobão dela ficou lá batendo nos bixo mas parece que ela tava fraca cum fome, sabe, os bixo nem sentia as porrada dela. Ai o padre Jordel chegou desesperado do corredor já pegou lá a moedona que ele leva no pescoço e começou a brilhar e os demonhozim despedaçou tudo. O dimonho urubuzão foi chamar mais dos pequeno só que o negocio num funfou não. AH foi obra du padre. Eita homi santo de deus, gente!

- Realmente é sempre essencial ter um clérigo nessas horas. Agradeça aos céus por ele salvar a pele de vocês.

- Nanoc já agradece, mas Nanoc num paga dizimo, não. É muito caro. Nanoc num máximo dá o primeiro gole da cachaça pro santo e tá tudo bem.

- ahh..Barbaros e suas crendices, tsc. Prossiga.

- Não, é pro santo. Cê faz assim, antes de beber, tu joga um pouquinho da cachaça, mas só um pouquinho no chão e ...

- Continue seu relato, Nanoc! *Será que vou ter que dar “bebida pro santo” pra Boccob atender os meus pedidos? Ai, minha úlcera.*

- Certo! Nanoc lembra do Urubuzão descer e meter o mãozão na N e a Tatá ficar lá cercada dos dimonhozim. O padre soltou outra luz da moedona e torou um dos dimonho urubuzão no ar, melecou todo mundo de sangue. Ai du nada, tem uma luz du corredor e aparece um anjo, véi!! Bem grandão assim, com as asas igual a de Nanoc Cupido! Nanoc até assustou que bateu com o machado nas canela minha. Doeeeeeuuuuu que só!

- Anjo? Como assim anjo?

- Sei lá, o shinka veio vindo e daí brilhou e saiu anjo sei lá daonde. Daí bateu mão na parede, acendeu a bixa e saiu um espadão da pedra... e umas agulhona de pedra que furou ele. Sei não, mas Nanoc achar melhor ele furar os bixo do que ele mesmo.

- Hum, manipulação da matéria? Anjo? ... ... ... Arconte!!! Quer dizer que além da poderosa hidra, ele consegue mudar sua forma para seres celestiais? Mago magnífico, devo dizer. Gostaria de conhecê-lo um dia. E então Nanoc, o que houve?

- Bem, deixa eu lembrar. Ah, o padre fez o escudão dele brilhar e jogar luz nos capetinha, dái ele foi ajudar a Tatá, mas a N meteu o machado nos corno dele. Nooooooossa! Essa até Nanoc sentir. Isso que dá ficar perto de Nanoc e N com raiva.
A Fae veio logo atrás e ficou espetando a faca nos capetinha, mas Fae também parece cum fome, sem força, Nanoc nem reconhecer. O bixo nem sentia as facada. Aí a Tatá veio e deu negocio pra Nanoc tomar e foi até bom, mas Nanoc queria cerveja em vez daquilo. Aí, Nanoc ficou tão bom que deu até aquelas rodada com o machado, batendo em mais de 1 dos dimonhozim. Nanoc viu N fazer antes e Nanoc aprender. Nanoc esperto, mó legau!!! Só que urubuzão jogou umas caspas nojenta no Nanoc e na Tatá e ficou doendo que só.
Ai, muito foda, o Anjão voou igual Nanoc Cupido e pegou o dimonho urubuzão assim ó, deixa Nanoc mostrar.

- Argghh, arrghhhs.. N-Nanoc... ninja.gif SOLTA!!! ME LARGAAA SEU DOENTE!!!! Qual o teu problema, seu débil?

- Aff, você pediu pra Nanoc dizer que aconteceu.

- Não pra me enforcar!!! Se você tivesse matado o demônio com o machado, você iria me acertar com ele também?

- Ara, se tu quiser, peraí...

- NÃO, NÃO, NÃO, NÃO! QUIETO Aí! SENTA LOGO E ACABA COM ESSA HISTORIA!!! *Pelo amor de Boccob, estou correndo perigo de vida nesta profissão. Já não basta todos os bárbaros que tenho que entrevistar, ainda me aparece este que é o mais desmiolado de todos. Ah, mamãezinha, quero minhas férias!*

- Tudo bem, aff. Nanoc com tanta boa vontade e tu grita Nanoc. Nanoc ficar magoado... Snif sad.gif ... Então, o padre deu outra luz lá com a moedona dele e o bixo que o Anjo tava segurando explodiu. Aí, cabou os dimonho que matamo.

- Cof, cof...*ai meu pescoço*... Foi só isso? Acabou a luta? E o que fizeram depois?

- Err, Nanoc lembrar de padre abençoar Nanoc pra tira caspa urucubaca do Urubuzão.... urucubaca do urubuzão... urucubaca do urubuzão... urucubaca do urubuzão...

- NANOC! Pare de ficar batucando na mesa! E isso não é hora pra cantar.

- Ah foi mal. Depois Nanoc ensinar musica urucubaca do urubuzão pros nego do bar. Vai lá, que Nanoc tomar cachaça com tu.

- ... dry.gif

- Ah é, depois do padre abençoas Nanoc, ele curar Nanoc e Tatá e ficou conversando com o shinka uns negocio estranho lá, de dimensão. Falando pra mandar roupa encapetada pras dimensão. Nanoc num gostar pois se tiver de ir matar bixo morto, ele ter que ir pras dimensão. Nanoc gostar daqui.

- Portal dimensional, é o que você quis dizer?

- Isso, a porta das dimensão. Shinka num gostou da idéia do padre, então ele falou em botar numa caixa as roupa, e queimar a caixa. Só que precisa achar mais um tanto de roupa perdida por aí. Nanoc imaginar que o dono da roupa ta pelado até hoje. Ai, Shinka junta os pedaço dos dimonho urubuzão e diz pra trocar desejo na cabeçona de pedra. Ai shinka, padre, Fae e Andor desaparece no ar e deixa Nanoc cuidado das mulher N e Tatá. Sabe como Nanoc “cuidar” das mulher?

- Prefiro não saber deste detalhes, por favor.

- Tá, nanoc conta na próxima. Du nada, Nanoc vê uma luz e a gente aparece no templo do cabeçudo de pedra, junto da galera. O shinka tava com a caixa bonitinha na mão, assim, e depois ele pede pra cabeça fazer um negocio na caixinha e ela brilhar e tal.

- Um caixa... digo, uma arca mágica. Eles queriam colocar as roupas ali dentro?

- È, isso mesmo. Disse que botar as roupas encapetada na caixinha e botar um selo nela. Acho que é pra mandar pro correio, sei lá. Ai Nanoc ouve voz estranha na cabeça, dizendo para Nanoc querer ficar forte, mas antes Nanoc responder, um quadro aparece no meio da sala com a Fae desenhada nele, bonito.

- Quadro???

- Sim, cabeça falar que Fae nunca mais ficar machucada e quem machuca é o quadro. Creidespai, Macumba isso!, Nem sei porque padre deixou. Mas Nanoc gostar! Nunca mais a Fae machucar de novo. Mas Andor parecer meio nervoso com a mão tremendo. Acho que era a aiçebergui esfriando a mão dele de novo, a espada não polida, até que padre falou com ele e ele ficou bem, eu acho.

- Que poder maravilhoso! Desta forma, a ladina Fae virtualmente se tornaria invencível e, quem dirá, imortal ?!?! Tenho de relatar isso aos meus superiores. Então o que aconteceu depois?

- Nada. A gente dormiu lá mesmo. De manhã, o Shinka mandou mensagem pro Torynho e a N voltou pra casa. Nanoc ficar com saudade da N, ela muito foda. Nanoc um dia ser tão foda quanto ela. Disse que volta depois e que o Pelor da gente protege nóis, mas Nanoc já cheio de pêlo, mó cabeludo, olha só...

- Arrgh! Não precisa demonstrar sua falta de higiene! blink.gif *aff, vou golfar*

- Calma, Manuel! Nem tomamos nada ainda é já ta passando mal? Tu é fraco, hein! HEIAHISDHSDIHAHSISISHAIS. Olha só, depois o povo quis ir lá pra... pra... como é? K-ka, ká, kah... Kalamé ?!? Algo assim, mas se tiver “me” no meio, Nanoc afim. HHOAJSOAHJAAHAUAJAUIANAJAUIAJAHSUAJSSSAUJSHHAJA.

- Aff, Bárbaro cachaceiro! Tudo bem Nanoc, nossa hora acabou. Pode ir embora e *por todo o panteão dos Deuses* nos veremos no próximo sábado.

- Falou Manuel, te espero lá no bar depois, viu.
“Nanoc até que bem baratim, só chegar as mina que eu to facim, faicim. Urucubaca do urubuzão... urucubaca do urubuzão... urucubaca do urubuzão... pedi pá pará parô"!! tongue.gif


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Jordel
Posted: Sep 13 2011, 08:05 PM
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Calouro
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Parti 1:

Uma vez me foi contado algo sobre “Karma”. Não havia oferecido agradecimento por tal sabedoria alheia a mim, mas hoje vejo o quanto devia ter agradecido por aquele cujo nome fora esquecido. Pude presenciar isso acontecer em minha vida ao menos uma vez. Sempre havia buscado fazer o bem e sempre ter tido de volta o mal a minha a minha volta. Dessa vez fora minhas ações má julgadas e que não estavam fundadas corretamente na graça de Pelor que me fizeram um mal diferente se voltar contra mim. Não irei culpar Pelor ou outrem. Segundo esse Karma, a culpa fora totalmente minha por tudo o que me foi acontecer. Deixe-me começar pelo passado.

Ainda no templo, mesmo antes de dormirmos, algo diferente fora me acontecer: Durante os momentos em que o Shinka pensava sobre os desejos a serem feitos ouvi uma voz estranha invadir minha mente. Essa voz estranha invadiu minha mente e começou a me cobiçar. Dizia que era a voz da pedra, a mesma que estava conversando com Shinka. Sim, pedra falante. Esse plano é deveras estranho. Enfim, a pedra me cobiçou me tentando a fazer duas escolhas: Se gostaria que eu fosse realizado como servo ou como um amante. Fae... Sem dúvida aquela pedra havia invadido minha mente e observado por meus desejos e vontades mais obscuras. Pergunto-me se essa pedra é uma benção de algum deus ou a maldição de algum demônio impregnada naquele lugar. Isso me assusta. Por fim não fiz um desejo. Mencionei que minha vontade era ser realizado tanto como servo e como amante. A pedra não me escutou e tão pouco me respondera. Havia-me ter-me enganado com aquelas palavras? Fora o que pensei.

Logo após minha mente ter anuviado, obtive a resposta que desejava encontrar. A resposta me viera do lugar mais inusitado possível: Ela veio de Andor. Como poderia eu dizer que ele poderia me responder mesmo que fosse uma única dúvida que pairava em minha mente? Pelor, o agradeço muito por ter tido essa benção no momento certo. Não, Andor não exatamente me respondeu com palavras, mas sim com gestos. E como fizera isso que fora interessante. Na frente de todos surgira um belíssimo quadro com a Fae desenhada em toda sua beleza. Era exuberante, lindo e complemente magnífico! Logo observei Andor cabisbaixo, como quem está com vergonha pelo que fizera enquanto a pedra dizia algo como “Fae permanecerá bela para sempre. Todo mal que fora causado a ela será transferido para este quadro.” E depois algo como “Admire ele agora pois será a última vez que alguém irá o observar”, e logo após uma fina camada de camurça caíra sobre ele, o cobrindo, deixando todos atônitos. Nessa hora soube que não seria eu aquele que iria cuidar da Fae para sempre. Aquela simples e pura amostra que Andor fez... Aquilo era algo que nunca havia passado por minha mente. Ele não faria isso por ninguém, porque fez para ela? Era claro. Ele gosta dela. Pelo que fez não há outra explicação. Observando aquilo tomei minha decisão. Cheguei a seu ombro e disse em voz baixa “Cuide dela da forma que nunca poderei”. Ele me olhou de volta espantado, como se alguma entidade superior estivesse ao seu lado. Chegou a mim dizendo que ele não era o certo para fazer aquilo e teria que ser eu para ficar ao lado da Fae. Como ele pode dizer isso. Sinto que ele se engana. Ele a deseja e a quer. Sempre demonstrou isso e já havia se mostrado importante para ela antes, agora então, fez algo incomparável. Deixei-o falando ao ermo enquanto as coisas aconteciam.

Já tinha decidido minha resposta. Sentir a voz interior que havia me tentado e resolvi fazer uma resposta definitiva: “Sou Jordel, um humilde servo de Pelor e assim sempre serei. Sacrifico meu coração para que possa ser realizado como um servo”. A pedra me disse que já não iria mais oferecer a mim um desejo, que Andor havia utilizado todos os restantes com aquele quadro. Confesso que fiquei chateado, porem não havia feito aquele sacrifício para uma pedra, mas sim para mim mesmo em minha jornada para espalhar a graça de Pelor. Desde que havia encontrado Fae, havia eu me perdido. Já não era mais eu. No templo de Pelor havia sido advertido disso. Tolo fora eu de não os ter escutado. Agora iria aceitar a sabedoria que me fora oferecido e a seguir.
Agora irei voltar ao presente, onde os fatos que fiz determinaram minha punição.

Havia finalmente chegado o momento que sempre esperei: Nossa jornada para Kallamerth. Estava errado. Não devia ir para lá agora. Minha vontade de ir para lá era unicamente para reaver o amuleto roubado que estava escondido nos esgotos da cidade por aquela ladra. Agora dependia da Fae para ir conseguir o amuleto, apenas ela poderia desfazer o trabalho de outra ladina.... No entanto não havia como a pedir ajuda. Quero me distanciar dela. Dizer a ela agora isso é ir contra o que escolhi fazer. Como sinto falta de Agata agora ...Não quer ser cabeça dura para não aceitar que estava errado ainda ontem, mas sim dar uma chance para ver se meu futuro não é com ela realmente. Apenas o tempo dirá. Fora ai que Shinka salvou meu dia, ou parte dele.

O Mago Shinka é algo incomparável, realmente. Mesmo que seu conhecimento por boas e más ações seja péssimo, ainda possui conhecimentos e pensamentos que vão muito além da compreensão de qualquer um que já pude conhecer. Mencionou que sabia da localidade das roupas. Ótimo. Tempo é tudo o que preciso. Logo disse que iria sacrificar a busca pelo medalhão para assentir com ele em sua busca. Ele negou, mas quem disse que o demos ouvidos? Todos optamos por seguir com ele em busca das peças restantes das roupas. Iremos nos livrar delas de uma vez por todas. Ele mesmo me disse que o peso dela para mim era maior que para os demais. Ele estava certo. Elas, bem como o escudo que carrego, foram de meu antepassado que fizera atos horríveis e deploráveis para um servo de Pelor. Havia de reintegrar a graça aos seus atos.

Partimos do templo em que estávamos e fomos caminhar por algumas horas até que pudemos chegar a uma grande floresta. Segui viagem observando o lugar e meus companheiros, principalmente Andor e Fae. Temo que o que disse ao mercenário não surja o efeito desejado. Pois bem. Seguimos viagem de qualquer modo.

O lugar era amplo e vasto. Não havia visto uma floresta densa como aquela. Senti-me um tanto perdido. Fora bem nessa hora que conseguimos encontrar uma luz naquele lugar: Tauriel, ou Tatá, da forma que me acostumei a chamá-la. Enquanto ficávamos preocupados ao notar carcaça de diversos animais, ela chegou e se prontificou a dizer que havia perigo por perto. Bem... Isso mesmo o Nanoc poderia nos avisar. Sem querer ofendê-lo. Ela sugeriu ao mago Shinka que pudesse voar e verificar o mal que havia a espreita. Fora uma boa idéia, o pior foi saber que ela mesma não seria quem iria voar! Imaginei que ela gostaria disso. Surgiu então nossa primeira discussão do dia: Quem ia voar. Disse que Tauriel seria a melhor opção por seu talento para reconhecer lugares, algo que já fora notável anteriormente, bem como Fae poderia fazer isso bem, mas... Disse que não gostaria que ela fosse. Sim, meu coração não iria permitir a por em tal perigo, meso que quero me afastar dela, não quero mal algum a ela (Não mais que o próprio Andor). Por fim, após muita discussão, decidimos que Tatá mesma seria aquela a voar. Mago Shinka logo conjurou uma magia que criou asas em suas costas e saiu voando dando piruetas no ar antes mesmo que Fae pudesse dizer a ela para levar a Kuro, caso algo aconteça com ela.

Ao menos dessa vez não recaiu sobre mim o poso de avisar os outros sobre o mal que estava a nossa frente. Devo agradecer a ela propriamente por essa folga.

Logo Tatá retornou e mencionou que havia encontrado a luva e que a má notícia era com quem a usava. Sabia que seria o mesmo que havia causado a morte de todos aqueles animais que ali estavam e que certamente era maligno, ou que havia sido corrompido. A parte pior fora o que carregava a tal luva, um Girallon ou algo assim. Nomes estranhos. Mal consegui compreender. Soube que era como um gorila com quatro braços. A menção disso não me animou. Logo fomos nós enfrentar um monstro que possuía a luva. O que me fez temer fora o fato que ele estava a utilizando. Teria a luva alguma habilidade combativa ou mesmo o monstro havia aprendido a utilizar outros poderes dela? Menção horrível, certamente, mas havia de me preparar para o que viesse.

A estratégia foi... Uma parte ruim do dia. Mencionei uma emboscada, aproveitando do nosso conhecimento do inimigo e do fato de Tatá estar voando e ter artilharia à distância, poderia os atrair sem perigo, ou ao menos era o que pensei. Seria eu a isca e os outros atacariam de surpresa os gorilas. Bom, no lugar decidira por fantasiar o Nanoc de um desses gorilas para fazê-lo derrotar o líder deles e conseguir comandar os demais. Não irei dizer que o plano era ruim ou que não confie em Shinka para manter a ilusão ou na capacidade de luta do Nanoc, mas... E aquela luva? E quanto ao monstro? Ninguém sabia com certeza do que eles eram capazes! Tentei avisar, mas, novamente, não me ouviram e lá fomos nós com essa estratégia.

Não lembro exatamente em qual parte entre o momento em que chegamos à floresta e antes da batalha que resolvi falar com Tatá. Já havia a visto em batalha e senti que ela estava correndo riscos desnecessários. Já havia feito isso vezes antes e me senti mal em deixá-la em posição desfavorável perante os inimigos. Disse a ela que ficasse junto com o mago Shinka durante as batalhas, para aproveitar de seu longo alcance e deixar que os demais cobrissem a batalha corporal enquanto ela pudesse se preocupar apenas em acertar os alvos. Por Pelor... Disse algo de errado? Devo ter tocado em alguma ferida antiga. Logo ela fez cada palavra minha ricochetear de volta, dizendo que “É sempre assim. A elfa vai para trás.” E “Acha que eu não sei me defender?”. Não havia mencionado isso. Não consegui entender o mal humor. Logo quando sugeri oferecer uma proteção maior a ela durante as batalhas ela decide por mostrar o quanto era receosa pelo que os outros pensavam dela. Certamente era isso. Suas palavras mostravam a incerteza que tem consigo mesma. Era como se cada palavra fosse para mostrá-la como uma combatente forte e destemida, uma que não precisassem se preocupar e que iria lutar como igual com todos. Bom, não é que não acredite nela e sim que sei que será melhor para ela se proteger. Será melhor a termos com plena confiança de contar com seu suporte do que porventura tivermos que nos preocupar com vossa segurança. Busquei explicar isso da melhor maneira para ela. Espero que tenha surgido efeito.

Pois é, quando as coisas são feitas para darem erradas, elas darão. Nanoc mal se aproximou e logo fora combater. No primeiro movimento seu fez o machado voar para cima de outro daqueles gorilas! Única coisa que agradeço a Pelor é que, ao menos dessa vez, o machado não veio em minha direção. Logo em seguida o mago Shinka não conseguiu manter a ilusão perfeitamente e logo começou o desastre. Em seguida o monstro branco bateu com tanta força no Nanoc que mal soubemos como ele ficou de pé! Uma súbita vontade de bater a mão no meu rosto surgiu ao ver tudo aquilo acontecendo em seguida. Era tudo o que temia e agora devíamos o salvar da morte. Andor se precipitou a frente. Ao menos para ir em direção a uma briga ele é de maravilhosa ajuda.
Nanoc não se deixou abatido e revidou com dois poderosos socos com suas luvas para cima do monstro branco, tirando forças que até então eram desconhecidas por nós. Senti em sua alma emoções fortes que despertaram, o deixando descontrolado. Pelor havia me oferecido uma graça para poder acabar a besta interna de qualquer criatura e poderia ter chegado o momento de fazer bom uso dessa graça, mas não era ainda não era esse o momento. Parti para frente e mostrei o para aqueles monstros um pouco da graça de Pelor. Afundei todos em minha magia, os deixando em meio a uma nuvem negra, impedindo sua visão e deixando as mentes fracas vagas em meio à escuridão que os cercavam. Funcionou bem, em todos menos no chefe dele. Como gostaria que houvesse afetado todos...

Aquele monstro branco era terrivelmente poderoso. Senti um murro seu me acertando, com a mão que estava à luva. Fora uma dor que não sentia há muito tempo, fazendo minha pele enrugar e fazendo feridas abrirem com apenas o toque. Era um poder negro que nunca haveria de ter existido. Logo Andor veio nos ajudar com aquela besta, assim como Fae e Tatá. Logo observei que outro havia chegado por minhas costas. Agora eu estava cercado!

Não houve tempo para planejar o próximo passo. Tudo de errado aconteceu de uma única vez! Como se já não bastassem que os monstros, vai saber Pelor como, conseguiram sair do efeito da minha magia, também Nanoc havia derrotado o monstro branco e ido para outro e, enquanto isso, Tatá foi fazer o favor de devolver ao Nanoc seu machado e... Conseguiu o enfiar em sua coxa! Agora havia inimigos nos cercado e Nanoc olhava para Tatá, que se desculpava em vão, com sangue nos olhos, vendo nela seu novo alvo! Andor resolveu questionar a lealdade de Tatá, dizendo que ela havia virado de lado, fazendo o seu primeiro grande erro do dia. Não tive opção. Ignorei o inimigo a minha frente e conjurei a graça para acalmar a besta de dentro de Nanoc e funcionou. Funcionou bem demais... No lugar de acalmá-lo, o fez cair inconsciente no chão! Suas feridas eram grandes, bem como seu cansaço. Devia aquele poder estar o mantendo de pé? Deveria. Não havia considerado isso! Que besteira que fiz.

Ao menos não era irremediável. Tinha que correr para perto de Nanoc e o curar. Um plano simples que fora prontamente arruinado por aquele gorila gigante me agarrando com duas mãos e rasgando meus flancos com as duas que sobraram! Urrei de dor. Minha impotência ficará nítida naquele momento. Não iria desvencilhar daquele monstro a tempo de salvá-lo. Andor por sua vez resolveu brigar com sua espada que congelou seu braço. Estava bem ao meu lado e ainda sim estava incapacitado de me ajudar. Já havia problemas suficientes por si só. Fae estava enfrentando outro sozinha, isso não ia dar certo. Tatá resolveu me ajudar fazendo suas flechas penetrarem a grossa pele do monstro... Junto com a minha! Sua boa ação fora venerável, sua mira, no entanto, não fora algo que me agradara em plenitude. Senti minha vida partindo enquanto Shinka com uma magia fez o monstro correr, deixando-me no chão livre para poder fazer meu dever sagrado.
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Jordel
Posted: Sep 13 2011, 08:06 PM
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Calouro
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Parte 2:

As flechas sugaram a maior parte da pouca vida que me restava naquele momento. Ainda sim podia me mover. Ainda sim podia salvar uma vida. Era o que devia fazer. Foi o que fiz. Parti com a força que me restava nas pernas para perto de Nanoc e utilizei a graça de Pelor para fazê-lo recobrar sua consciência enquanto algumas de suas inúmeras feridas se fechavam. Bom, é nessa parte que você pode pensar que as coisas finalmente vão se encaminhar para um desfecho simples e feliz. Errado. Esse é o momento em que irei mostrar como o Karma continuou me acertando momento após momento durante todo o restante do meu dia.

Andor estava enfrentando dificuldades com o monstro que enfrentava enquanto empunhava com sua mão livre, empunhando sua velha espada, o monstro a sua frente. O que ele não esperava era que Tatá resolvesse oferecer suporte a ele e, durante esse suporte, acabasse por atingi-lo com uma flecha. Andor não conteve sua língua entre os dentes. Fora novamente um “boca aberta”, falando justamente aquilo que não devia falar. Novamente questionou comigo que ela havia trocado de lado! Por Pelor, esse homem não tem noção alguma do que fala. Uma menção tola disso já fez com que homens que lutassem pelo bem se matassem noite afora em Ravenloft. Palavras podem distorcer a mente daqueles que são emocionalmente vulneráveis. Tatá já havia mostrado que era e sentiu aquelas palavras a penetrando fundo no peito. Sabia que havia levado aquelas palavras a sério (Levar o que o Andor diz a sério? Piada) e soube que deveria falar com ela, caso contrário, poderia fazer algo que iria se arrepender justamente por causa de alguém que não merece um mínimo de consideração pelo que diz.

A série de desventuras se seguiu. Logo após isso, Fae foi agarra por outro daqueles gorilas. Fora exatamente como ocorrido comigo pouco antes. São criaturas especializadas para agarrar com duas mãos e rasgar seus oponentes com as outras. Não teve a menor chance de evitar aquilo. Agora estava com o fio de vida que me sobrara e com Fae presa nas mãos daquele monstro. O que ela me disse fora alto e claro, de modo que não ouve como eu não ouvir, “Jordel, se cura!”. Ela sabia que... Bom, sabia que seria melhor eu fazer isso, e uma coisa que não posso é tirar essa razão dela. Minha maça roçou o ar entre eu e o monstro, o atingindo pelas costas e causando um dano ínfimo perante ele. Sim, fiz exatamente o contrário que ela havia me pedido. Porque isso? Simplesmente por que... Não quero sair vivo daquela batalha se que para isso tenha que a ver perecer nas garras daquele monstro! Já não suporto mais seguir a lógica de ficar vivo para ajudar os outros e os ver cair um a um nos cambos de batalha. Um leve resvalo de um de seus braços seria o suficiente para trazer o meu fim. Pelor cuide de minha alma quando ela chegar.

Mesmo com as dificuldades encontradas, Andor conseguiu fazer aquela besta cair no chão e vir ao resgate de Fae. Fez sua espada circular o ar e emendar os golpes derradeiros sobre o monstro, deixando Fae livre das garras da criatura. Esse fora o momento em que me retirei por perto, deixando Fae contemplar seu salvador do dia. Se eles sentirem algo e ficarem juntos será algo irremediável para que não volte em minha palavra. Para variar, as coisas não deram certas assim.

O último os gorilas com quatro braços usou a Inteligência limitada que possui para ver sua desvantagem e fugir por entre as matas. Nanoc logo retrucou que queria o matar, algo que eu mesmo não pude tirar a razão dele, mas ainda o disse que não seria necessário, afinal, atingimos nosso objetivo e agora deveríamos cuidar dos feridos. Ele mesmo era um, bem como eu e Andor. As feridas de Fae se curaram de forma milagrosa. Deve ter sido efeito do quadro. Shinka estava recolhendo a luva do monstro e já a preparando para colocar na arca enquanto Tatá estava... Hum... Onde ela estava? Quando a poeira baixou, após ter utilizado a maioria de minhas graças para curar algumas das feridas da batalha pude perceber que ela havia saído de cena, se isolando entre algumas árvores logo após o término da batalha. Decidi que seria melhor ir a ajudar e, naquele momento, bem naquele momento, Fae optou por fazer o mesmo! Tive que engolir a seco minha vontade de deixar o lugar e lá permanecer se minha vontade fora de ajudar a Tatá a fazer sua mente, bem como fiz.

Fae e eu buscamos mostrar para Tatá que nada daquilo era como Andor havia dito, cada um a sua forma. Busquei dizer que ela era alguém de nossa total confiança e que já apreciava sua presença entre nós enquanto Fae logo culpou Andor por suas palavras, o fazendo vir se desculpar com Tatá. A investida de Fae fora mais efetiva, isso tenho que admitir, mesmo que seus meios não tenham sido dos mais louváveis. No final senti que Tatá ficou com uma leve... Ahn... Atração por Fae. Pelor, que faça isso ter sido apenas minha imaginação, uma leve sensação que tive por toda paranóia que aquele maldito lugar me fez ter para que pudesse sobreviver.

Enquanto curava todos que senti que minhas palavras que foram ignoradas haviam nos causado mais mal que havia previsto. Aquela investida errônea por parte da estratégia nos fez ficar seriamente feridos. Mesmo todas minhas graças não eram o bastante para nos curar. Ainda sim fui obrigado a depender dos espinhos. Algumas das graças de Pelor protegem mais do que curam. Não posso abrir mão daquelas que irão nos salvar para curar algumas feridas apenas. Terei de sacrificá-las apenas em caso de emergência. Não posso prever esse futuro. Sempre um futuro conosco nele é duvidoso e perigoso. Melhor esperar para ver.

Mago Shinka nos forneceu a localização da roupa mais próxima após. Havia uma boa parte do dia a se seguir, não faria mal buscarmos encontrar outra. Assim fomos.

Seguimos por mais de hora de caminhada sendo guiados apenas pelo conhecimento do mago Shinka e de Tatá, que acabara virando nossa guardiã em meio a florestas e áreas desconhecidas. Logo chegamos ao nosso destino e dessa vez acabara por me surpreender mais que antes. No lugar de monstros havia apenas um. Era um gnomo que estava em uma carroça mercantil... Vendendo aquele item! Como que alguma criatura viva teria a indecência e a maldade de fazer um item daqueles cair em mãos de pessoas que poderiam mesmo querer sua vida? Ele não deve estar em sã consciência ou mesmo a par de conhecimentos dos poderes e da maldição daquela roupa. Será melhor ir lá e buscar uma solução pacífica com ele, mostrando esse lado a ele e, até mesmo, utilizar as moedas que encontrei antes para comprar a roupa. Ao menos conosco poderíamos dar um fim a ela que não fizesse mal aos demais, mas, novamente, as coisas não saíram nada como havia planejado.

Agora que pude parar e por minhas memórias em ordem que pude reparar em pequenos detalhes que antes a mim haviam passados por despercebidos. Não era apenas a Tatá que estava a tentar provar algo. Pude agora notar que Andor também estava a fazer isso. A parte que não veio ao meu agrado fora notar o que ele estava tentando provar. O que era? Percebo agora. Simplesmente me mostrar que meu pedido a ele para cuidar de Fae não era de seu agrado ou de vossa inteira vontade. Tenho dúvidas se não seja, mas consigo notar seu temor após o ter mencionado isso. Desde que disse a ele, Andor vem agindo como uma criança que acabara de ganhar o brinquedo que sempre desejou e que agora que o possui, está com medo de o quebrar. Não estou a dizer que vem agindo de forma anormal a sua estupidez, apenas que sinto agora o temor em sua voz e em suas ações, principalmente com Fae e comigo. Sim, suas atitudes perante mim mudaram de maneira da qual me surpreendera muito. Estaria ele agora buscando me ajudar para que Fae e eu possamos ficar juntos? É capaz. Do jeito que se mostra ingrato e prestativo aponta por ser a única explicação plausível. Essa minha suspeita acabara por ser comprovada logo em seguida. Não sei qual medo mora em seu coração, mas seja qual for é muito maior que ele próprio. Como já mencionei anteriormente, Andor acabara por ser o primeiro mercenário covarde que tive a oportunidade de conhecer.

Meu desejo era de ir a carroça e voltar com a roupa, sem desavenças ou problemas maiores. Havíamos sofrido em abundância anteriormente e não seria plausível nos arriscarmos mais. Precisaria apenas de outra pessoa vir comigo. Fae... Sim, fora a primeira a vir em minha mente. Mas não, essa não fora minha opção. Pesando tudo o que poderia acontecer, e ser digo ao mercador, optei por convidar Tatá para vir comigo. Ao menos ela não deveria de destripar o pobre homem, o ameaçar, mostrar grande interesse ao homem ou sabe se lá Pelor o que poderiam fazer com ele caso minha vontade não vingasse. No entanto, quem disse que minha vontade e opinião foram aceitadas? Pois bem. Fae se recusou dizendo que era a melhor para fazer uma negociação (Talvez com ameaça ou sedução. Os dois juntos, provavelmente.). Não quis desacreditar em vossas palavras, mas ainda sim preferia ir sozinho ou com a Tatá para lá. No fim, além dela, Andor resolveu nos seguir. Agora faríamos de conta que éramos um casal e que Andor era nosso servo. A idéia daquilo não ser apenas um disfarce até me agradou, na realidade, se bem que Andor cuidando das minhas costas é sensato como deixar um cachorro faminto cuidando de um pedaço de carne.

Seguimos para a carroça e lá logo me viera grande surpresa desagradável, como se não tivesse havido suficientes delas por um dia. Uma voz tenebrosa e convidativa mencionou sobre "Oh, mais clientes". A ganância estava impregnada em cada uma daquelas palavras. O motivo era simples, afinal era um gnomo que a conduzia e que estava vendendo os itens (Dolin. Fora o que viera a minha mente. O banqueiro ganancioso que havia feito um pacto com A Grande Mãe, o mesmo que tive que invadir sua casa para roubar o documento para evitar a morte de todos os inocentes da cidade). Não fora uma visão agradável tanto como as memórias que me surgiram. Temi que precisássemos fazer algo parecido para conseguir apossarmos da roupa amaldiçoada. Com Fae e Andor? Pelor, precisarei novamente de vossa graça.
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