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Time Nebula - Missão Especial, Mudança de Hábito
| Suichi li |
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Após andarem um pouco pelo templo, com Fusae na frente, o grupo se aproximava de uma mulher que parecia estar ensinando algo para vários monges ao redor dela. Ela parecia ser bonita de costas, o que chamou a atenção de Suichi, mas quando virou para ver quem chegava, sua beleza fez o garoto se arrepiar.
*Nossa...
Desviando o olhar para baixo para que ela não percebesse as intenções de Suichi, ele percebia agora o que estava na mão dela. Aquele círculo deixou o aburame curioso. Observava atentamente para ocírculo dourado tentando entedner do que se tratava.
*O que deve ser isso?
Ela desfez o círculo dando um pouco de susto contido em Suichi, começa a falar.
| QUOTE | Bem vindos, irmãos.
Continuaremos nossos estudos espirituais amanhã. Que a bênção de Grandine-sama esteja convosco.
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Sua voz era suave e calma e deixava um sentimento de paz no ar. Os músculos tensos de Suichi relaxaram depois de ter ouvido aquela voz.
| QUOTE | Sou a Superiora deste templo, Takagui Oboro.
A que devo a honra de suas presenças, irmãos?
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Aquela bela criatura era realmente a Superiora? Suichi imaginava uma senhora anciã no lugar, não aquela bela jovem. Os olhos dele passaram rapidamente pelos monges que saiam mas era dificil identificar naquela multidão os alvos.
*É a nossa vez.
Suichi ia começar a falar, mas Fusae tinha tomado a frente, o que o dexou aliviado. Ele olhava para Sumire para ver a reação dela e em seguida olhava diretamente para a mulher. Fusae se abaixava e o gennin fazia o mesmo para mostrar o respeito. Percebendo que Sumire não se abaixava, enquanto descia, puxou as mangas das vestes para baixo dela para que fizesse o mesmo e mostrar respeito à Superiora.
*Espero que essa ação não tenha sido percebida pela Superiora. Se bem que, sendo ninja, ela deve ter percebido. Mas enfim...
Quando Fusae terminava de falar e se levantava, o aburame fazia o mesmo, mas agora com o olhar baixo. Suichi esperava que a mentira de Fusae surtisse o efeito desejado.
*Espero realmente que ela nos aceite em seu seio...hehehe.
Suichi dá um sorriso de lado de cabeça baixa tentando manter o decoro.
This post has been edited by Suichi li on Feb 19 2011, 09:47 AM
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| Takemi |
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Temos sempre nossas portas abertas, serão sempre bem-vindos.
Percebendo a puxada na manga de Sumire, Oboro se manifestou sem afetar a voz.
Não acredito ser melhor do que nenhum dos outros monges e freiras. Sintam-se à vontade para me tratar da forma que acharem adequada.
Me siga, por favor, vou mostrar todo o monastério.
E contar como o fundei.
A mulher começava uma caminhada lenta, mostrando primeiro o pátio antes de seguir para as três torres que compunham o local. Antes de subir a torre central, apontou para as duas laterais.
Esses são os nossos alojamentos. À esquerda é a habitação feminina, à direita a masculina. Por favor, me acompanhem até a torre principal, onde nossos estudos são conduzidos, além do pátio, é claro.
Nesse trajeto, finalmente começou a contar das origens do templo. No exato instante em que começou a falar, Fusae percebeu um dos três alvos, o de cabelos castanhos, passando à sua direita, sorridente e conversando com outros dois monges. O alvo quase esbarrou em Suichi, que o percebeu tão somente nesse momento, ao mesmo tempo que Sumire, dado o ângulo diferente da garota.
Carrego a mácula de muitas mortes em minha alma, muito sangue em minhas mãos. Imagino que jovens como vocês não saibam, mas o antigo Mizukage tentou reformar a visão da Vila da Névoa Sangrenta. Eu era, possivelmente, sua melhor agente.
Por ironia, minha própria irmã foi eleita, há vinte anos, como a receptora dos ensinamentos de Grandine-sama, a Shiro Hime, escolhida a cada dez anos em um vilarejo diferente.
Durante os dez anos em que ela permaneceu como a Princesa Branca, fomos as criaturas amais antagônicas possíveis. A paz que ela emanava era equivalente ao terror que sentiam com minha presença.
Mas tudo mudou quando os ensinamentos de Grandine-sama foram passados para a Shiro Hime da Folha.
O mesmo Mizukage que eu servi cegamente durante anos, matou a única pessoa que eu já amei. Tão somente porque ela, com sua influência, era contrária a tornar Kirigakure novamente uma vila banhada no sangue.
Nesse momento eu enlouqueci, tentando até mesmo assassinar o próprio Kage. Falhei, fui perseguida até que um de seus subordinados finalmente tomou sua vida nas mãos, tentando tomar o poder, mas acabando por permitir que o gentil Uesugi Yanagi subisse ao posto.
Minha perseguição terminou, me sendo permitido voltar à vila. Mas a insanidade havia me devorado.
Vagando pelo mundo, tão próxima à minha morte, fui salva por uma figura branca. Até hoje não sei se minha memória embaçada do evento é a realidade ou uma alucinação.
Desde aquele dia, passei a perseguir o legado deixado por minha irmã. Sempre fui uma usuária de jutsus medicinais muito competente, e aprfundei meus estudos, dedicando minha vida à Grandine-sama. Vaguei o mundo por anos, curando os enfermos e aliviando as dores. A loucura me abandonou, mas o meu passado jamais o fará.
Somente após uma longa peregrinação criei o templo nessa ilha. Para fortalecer a memória de minha irmã.
Durante os anos esse templo cresceu, tendo apenas uma regra de ouro: Não são permitidas agressões propositais. Contanto que respeitem essa única regra, serão sempre bem recebidos.
Oboro terminou o discurso ao que entravam na torre. Mostrou detalhadamente ao trio cada sala de estudos religiosos, espirituais, de chakra. Mesmo algumas salas que pareciam setores de hospital. Outras pareciam estufas, dada a imensa quantidade de plantas.
Todas tinham bastantes alunos, vestidos nem todos com os mesmos trajes. Ao que parecia, a individualidade era permitida no lugar, apesar de todos os trajes serem semelhantes em formato, cores e padrões diferenciados se encontravam em cada um.
Possivelmente eram estudandes da doutrina de outros templos, ou mesmo visitantes.
Em uma das salas havia até mesmo uma garota em trajes ninjas, vestindo claramente a bandana de kumogakure na testa. Estudava aplicadamente uma das plantas da sala onde estava.
Ao final da visita, Takagui se despediu com uma reverência, dizendo que poderia ser encontrada, normalmente, no primeiro dormitório do alojamento feminino, o mais próximo à entrada da torre.
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| Tarlis |
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Sumire sinceramente não conseguia acreditar que uma ninja tão habilidosa tivesse simplesmente se convertido da noite para o dia, mesmo que ela houvesse visto a Grandine-sama em pessoa (ou em alma ^^). Ouvia sua explicações com desconfiança, mas não com desinteresse. Foi nesse ínterim que um doas alvos esbarrou em Suichi, assustando Sumire, que era péssima em ser discreta, principalmente vestida de monja. Entretanto não poderiam fazer nada naquele momento e também não seria nada educado deixar a presença da Madre superiora.
[Droga!]
Continuaram a caminhada, Sumire dando algumas leves olhadas para trás. Dava sorrisinhos e olhava desconfiada, tentando fazer a madre imaginar que ao olhar para trás ela estava interessada no monge de uma forma mais pessoal. O que ela realmente queria era não perdê-lo de vista, para que pelo menos depois soubesse onde procura-lo.
[Eu entendo o ódio dela, minha família tem medo de algo acontecer a Circe só porque ela é portadora do segredos de Grandine.]
E então ela foi embora, fazendo soltar um tremendo “Ufff”. Ficava nervosa na presença daquela mulher.
-E então, vamos atrás dele agora ou vamos tentar bolar um plano logo? Sinceramente? Eu acho que seria muito mais fácil capturarmos de um por um. Afinal, somos 3, e quando o primeiro sumir os outros aparecerão. ... Teremos que andar sempre juntos para o caso de um de nós encontrar a situação perfeita e precisar de ajuda.
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| vizitriz |
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* Fusae vê a movimentação, em parte forçada, dos dois atrás de si, não achava que aquilo fosse necessário e o comentário da madre vinha a confirmar aquilo. Mas tudo estava indo bem.A primeira etapa da missão estava vencida, infiltrar-se no monastério.
Logo a madre os levava para um passeido guiado pelas instalações do monastério, mostrando primeiramente as três torres que compunha sua fundação principal.
Eles andavam calmamente em direção a torre central, onde os estudos e meditações eram feitos. A mulher começava a revelar a história do templo, mas as primeiras palavras soaram no ouvido do gennin como uma música dsitante.
Seus olhos haviam focalizado um dos alvos e examinava cada ponto de seu corpo, buscando tudo que pudesse servir para identifica-lo. *
[ Drogaa... tão perto... e não podemos fazer nada. ]
* Qualquer ação naquele momento era inviável, o gennin gostaria de ter indicado para Suichi depositar furtivamente um de seus insetos no homem, mas o menino parecia levemente distraido pela presença da mulher, ou talvez fosse apenas seu angulo de visão, mas o fato é que ele só percebera o homem quando esse da um dopada consigo, não houvera tempo nem oportunidade para que Fusae desse instruções para o outro. Decorou tudo que podia da aparência, reparando no ar calmo que transparecia do homem. *
[ Ele parece a votande... e feliz... não parece um mercenário sem coração...]
* A mente do menino focava sua atenção novamente para a madre e suas palavras, justamente quando essa falava o nome de grandine de novo, ele não entendeu o que ela dizia de começo, mas logo depois, através do resto da história, pode identificar o que aquele nome queria dizer. *
[ Os ensinamentosde grandine... o pergaminho dos segredos da vida... gostaria de olhar o que há no mesmo apenas por alguns minutos... se a lendas forem verdadeiras, com ele eu seria capaz de ...]
* Ele apetava os olhos, evitando aquele pensamento que não havia cabimento agora. Estava em missão e, além disso, aquilo que sentia em sua mente era a viscosidade da cobiça, algo que sabia dever evitar.
Houvia a história de "redenção" da madre com alguma adimiração. Ele acreditava quea família fosse a coisa mais importante que qualquer pessoa poderia ter. Ele faria qualquer coisa por seus familiares, mas seria capaz de seguir os passos da mulher caso algo acontecesse com Mizuki? Ele não fazia idéia do que faria caso ela morresse por conta de sua vila, mas por algum motivo aquela idéia não parecia absurda e gelou seu coração, seus punhos se cerraram, ficando vermelhos. A manga da roupa esncondia aquilo, mas quem olhasse em seus olhos naquele momento notaria que ele estava em outro lugar, numa espécie de pesadelo acordado.
Durante os anos esse templo cresceu, tendo apenas uma regra de ouro: Não são permitidas agressões propositais. Contanto que respeitem essa única regra, serão sempre bem recebidos.
[ É... essa regra complica um pouco as coisas...]
* Agora o homem já estava distante, quase fora de alcance de suas visões. Adentraram na torre central, local dos estudos dedicados dos monges que ali tomavam morada.
Muitos andares, muitos salas, algumas com aparências de salas de hospital outras eram um completo vazio, como se servissem apenas para meditação, sem qualquer distração material. Havaim também muitos andares dedicados a plantas e Fusae não pode evitar o reluzir em seus olhos.
Desde criança o estudo das plantas se tornara um hobe. Algo nelas o facinava. Em parte isso devia vir do seu uso na medicina, as substâncias mais fortes do mundo não eram producidas artificalmente ou por animais e sim por plantas. Neste instante ele pergunta a mulher, tentando não parecer afoito, mas com alguma animação. *
- Existe alguma ordenação de níveis na instrução dada aqui? E quais são os métodos aplicados por vocês? No nosso tremplo acreditamos muito no auto-aprendizado, na apreciação da matéria em solidão... mas eu gostaria muito de seguir os métodos aplicados por vocês aqui. Como recém chegados, como devemos agir, quanto a está questão?
* Além de interesse pessoal, Fusae tentava descobrir como os monges ali eram separados, se por area de interesse, se por nível/tempo de estadia, a disponibilidade das salas, qualquer coisa que facilitasse a busca. A reposta provavelmente seria crucial para trazer um plano no eficaz de procura, se não tivesse alguma pista concreta, teriam que contar com a sorte e seu poder de percepção apenas. *
[ Se eles forem bons...isso não será o bastante... ainda mais considerando o número de individuos que aqui habitam. ]
* Tentaria instigar a mulher a lhe dizer mais sobre as aulas ministradas, seus horários e tópicos, assim como sobre o uso de cada uma das salas, além de perguntar por fim onde seria o refeitório e se todos costumavam comer juntos. Perguntando ainda se precisavam de ajuda na cozinha, acrescento que se sentia no dever de ajudar enquanto continuasse ali.
Esperava que servindo comida aos outros na hora do almoço pudesse ver o rosto e conversas de/com cada um que estivesse ali, inclusive os alvos. Ofereceria-se também para serviço menos nobres, como lavar os quartos, pensando sempre em conseguir um aço especial a localidades e pessoas no monastério, mas sempre sem deixar soar que estava ansisoso para tal, queria apenas ser solicito. *
* Logos após o fim do tour na torre central, devolta ao primeiro andar e próximos da porta, a mulher se despede, dizendo onde poderia ser encontrada. *
- Agradeço por sua atenção e hospitalide, Madre.
* Dizia Fusae em tom solene, com uma leve reverência de sua cabeça. Alguns instantes depois o grupo estava sozinho no salão ao fundo da torre central. Todos pareciam estar concentrados em seus estudos e afazeres naquele horário.*
-E então, vamos atrás dele agora ou vamos tentar bolar um plano logo? Sinceramente? Eu acho que seria muito mais fácil capturarmos de um por um. Afinal, somos 3, e quando o primeiro sumir os outros aparecerão. ... Teremos que andar sempre juntos para o caso de um de nós encontrar a situação perfeita e precisar de ajuda.
* Fusae fechava os olhos ao ouvir a voz de Sumire, pensando sobre tudo o que tinham a sua frente. Ao final da fala da menina ele retorna a abrir os olhos, olhando em volta com calma, averiguando que ninguem os escutava. *
- Não acredito que seja o momento certo para agir, precisamos ganhar familiariedade com o terreno, descobrir uma boa rota de saída, além disso, não acho que os outros dois aparecerão, pelo contrário, eles podem fugir para ainda mais longe.
- Outro problema sobre atacar um de cada vez seria manter eles "presos", não temos noção real de sua força e se não formos discretos todos do monastério se virarão contra nós, falharemos com a missão e poderemos provocar um mau estar entre a madre e seus seguidores com Kiri e ou Konoha.
- A princípio não há porque ter pressa.]. Afobação neste tipo de missão pode por tudo a perder. Sabemos que enquanto se sentirem seguros os alvos não abandonaram esse local, mas uma investida mal feita, que os alarmes acabara por levar em sua fulga ou em um situação desfavorável ao nosso disfarce, lembre-se da regra de ouro...
* E suspirava pensativo, antes de seguir. Falava mais para si mesmo do que para os outros, talvez porque assim não se sentia tentando bancar o líder ou coisa do tipo, eram apenas suas opiniões. *
- Acho melhor irmos com calma, dediquemos esse dia conhecer bem o local e descobrir uma possível rota rápida de fuga.
( O resto do texto só tem sentido em relação a resposta da madre a pergunta e oferta de serviço feito por Fusae a Madre, favor interpretar apenas o que tiver coerencia com a mesma, possivelmente excluindo-a. )
- Ainda estamos incognitos imagino, podemos nos separar para cobrir maior terreno, analisando melhor o monastério e as pessoas, ir as aulas de inciantes seria uma boa idéia. A princípio nossos alvo são novatos aqui também. Ou nos separarmos para ver três aulas de assuntos diversos ou ainda vasculhar cada uma das salas.
- Suichi-san, você acha que alguém seria capaz de detectar seus insetos? Acredito que seja o jeito mais fácil de marcar os alvos para encontrá-los depois, talvez, se possível, fosse bom que eu Sumire carregassemos um também, de modo que passassemos para os alvos que encontrarmos..
* Caso o grupo aceitasse se dividir: *
- Tentem se misturar e, encontrando os alvos, marquem os com os insentos(marquem sua aparência/vestimenta) com discrição. Se possível, estabeleçma comunicação com eles e descubram o máximo possível sobre eles, sem dar bandeira. Vamos evitar qualquer ação mais incisiva por enquanto...até termos informações necessários para execução de um plano
* O menino se cala, olhando para os outros, o rosto um pouco vermelho, encarando então o chão. Havia falado demais, concluido coisa demais e planejado demais... passando tudo aquilo como se ele fosse o líder. Deu um pequeno tapa na testa, dizendo em seguida num tom de desculpas. *
- Mas vocês sabem o que fazer, ... podemos nos encontrar aqui de novo daqui a tr~es horas se acharem propício...
* Então o grupo se partia, eles provavelmente iriam para áreas com o pátio, salas de aulas, cozinha, quartos, etctera. *
* Caso não aceitem se dividir, Fusae deixa eles tomarem a frente, seguindo-os, tentando analisar tudo que havia ao seu redor, a procura de pistas dos alvos. *
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| Suichi li |
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Suichi percebia que a Madre percebera sua ação com Sumire. Ele ficou ruborizado quando ela lhe falava que não precisava tratar-lhe com inferioridade. O garoto abaixa a cabeça e uma parte do tronco fazendo uma reverência mas permanecia calado.
*Nossa. Que humildade. Como uma ninja que lutou tanto em guerras conseguiu chegar a esse nível de paz. É uma pessoa a se admirar. Mas...Quem é esse tal de Grandini? Será que é um grande monge do passado? Ele deve ser muito bom para transformá-la assim. E que andar...que perfume...parece um jardim de jasmins em inicío de primavera.
Suichi realmente não prestava atenção nas palavras dela, apenas algumas coisas, mas sim na musicalidade da sua voz e no balançar de seu corpo. Ela parecia que estava flutuando. Seus movimentos leves porém seguros encantavam Suichi como se encanta uma cobra. O garoto balança a cabeça um pouco tentando voltar a si.
*O que está acontecendo comigo? Será que é a puberdade? Meus hormônios devem estar a flor-da-pele. Preciso me concentrar na missão. Tentarei escutar tudo o que ela tem a dizer e ao redor. O inimigo pode ter passado por mim e eu com esses pensamentos bestas.
Alguém se esbarra em Suichi, que de relance percebia quem era. Um dos alvos. Ele não podia ir atrás dele mas também não podia deixar de passar a oportunidade. Liberando uma fêmea por debaixo de seu manto e sem movimentos bruscos para que ninguém percebsse, o aburame comanda que ela se misture nas vestes do alvo e o seguisse para todo o canto, mesmo que ele retire a roupa, ela teria que pousar nele novamente em outra roupa.
*Uff...faltam dois.
Suichi percebe o alvoroço de Fusae e o olha sério, inespressivo. Ele abaixa os olhos e em seguida olhava para a Madre prestando atenção em suas explicações.
Depois de andarem e visitarem alguns alojamentos, o gennin se interessava na sala de estudos. Ele ficou maravilhado com a quantidade de livros e de pessoas que estavam ali. Ele queria parar para verificar mas teriam muito tempo para isso. Ou não. A última frase da Madre era um aviso valioso e de extrema importância para a missão. Nada de lutas.
*Imaginava isso desde que passei pela porta principal e senti a paz desse lugar. É um obstáculo a mais para se preocupar. Mas, Fusae parace estar matutando sobre como agir. Quando estivermos sozinhos, poderemos deliberar.
Mesmo após a despedida da Madre, Fusae queria saber mais. Ele parecia uma máquina de perguntas. Quando finalmente estavam sozinhos, Sumire começou a falar.
| QUOTE | -E então, vamos atrás dele agora ou vamos tentar bolar um plano logo? Sinceramente? Eu acho que seria muito mais fácil capturarmos de um por um. Afinal, somos 3, e quando o primeiro sumir os outros aparecerão. ... Teremos que andar sempre juntos para o caso de um de nós encontrar a situação perfeita e precisar de ajuda. |
Fusae parecia pensar sobre o que Sumire falava e tudo que ele pensara, saía pela sua boca freneticamente.
| QUOTE | - Não acredito que seja o momento certo para agir, precisamos ganhar familiariedade com o terreno, descobrir uma boa rota de saída, além disso, não acho que os outros dois aparecerão, pelo contrário, eles podem fugir para ainda mais longe.
- Outro problema sobre atacar um de cada vez seria manter eles "presos", não temos noção real de sua força e se não formos discretos todos do monastério se virarão contra nós, falharemos com a missão e poderemos provocar um mau estar entre a madre e seus seguidores com Kiri e ou Konoha.
- A princípio não há porque ter pressa.]. Afobação neste tipo de missão pode por tudo a perder. Sabemos que enquanto se sentirem seguros os alvos não abandonaram esse local, mas uma investida mal feita, que os alarmes acabara por levar em sua fulga ou em um situação desfavorável ao nosso disfarce, lembre-se da regra de ouro.. |
Suichi agora falava baixo para que ninguém pudesse ouví-los.
[color=green]-Acalmem-se. Pela regra de ouro, mesmo que eles saibam quem somos, eles não vão nos atacar. Acho melhor nos separarmos. Como nós três atacamos o covil deles, provável que eles tenham uma idéia das nossas descrições. Portanto, caso cheguemos a vê-los, tentem não olhá-los diretamente.
O garoto faz uma pausa para respirar. As idéias de fusae eram boas mas o gennin tinha outras coisas em mente.
-Bom, eu tentei colocar um inseto em um deles e provavelmente ela está com ele. Não posso dar-lhes os insetos para que vocês o coloquem neles. Até porque seria muito arriscado. Talvez, por hoje, possamos andar juntos pelos corredores e alas, e assim que identificar os alvos, posso colocar uma fêmea nos outros dois. Mas...
A mente do garoto trabalhava depressa e cada pensamento dito, outro vinha na frente o que atrapalhava as ordens dos mesmos.
-Acho melhor não mantermos contato com eles a não ser que por acaso. Vamos todos para uma ala, tipo o estudo do chakra, e podemos nos dividr lá, mas ficamos na mesma ala. Qualquer novidade podemos passar a informação para outro. Falamos com outros monges, sem ser os alvos e se aparecer a oportunidade, aí sim falamos com os alvos.
*Acho que hoje podemos fazer um reconhecimento e saber mais sobre esse lugar. Depois, podemos agir mais profundamente com eles.
O grupo tinha um plano para hoje. Vasculhar o local e obter informações sobre o templo. O plano entraria em ação naquele momento, seguindo primeiramente para a sala de estudos e enfim procurar em outros lugares caso não achasse nada por lá.
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| Takemi |
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Damos bastante liberdade quanto aos estudos nesse templo. E agradecemos a ajuda nas tarefas do dia-a-dia. Cada sala de estudos tem duas aulas, por assim dizer, uma no alvorecer e uma no entardecer. Essas aulas abrem e fecham as salas, mas no intervalo entre elas todas permanecem abertas.
As aulas que ministro, no entanto, são sempre no pátio principal. Nada impede que alguém visite as salas após o anoitecer, no entanto. Basta pegar as chaves comigo ou com o Monge Superior, o coordenador do alojamento masculino.
Há algumas construções mais baixas na entrada do templo. É lá que ficam a cozinha e outras áreas necessárias aos cuidados do templo.
Com essas palavras Oboro deixava o trio, enquanto percebiam quase todas as salas da torre se esvaziarem, com várias pessoas saindo das mesmas, ao mesmo tempo. O sol terminava de se por.
Sumire, e apenas ela, viu, no grande grupo de pessoas, o homem albino. Ele havia impressionado tanto a garota com seu visual que apenas a mesma conseguiu vê-lo, no rápido momento em que saía de uma sala. Estava afastado por muita gente, e já havia sumido antes que a garota pudesse avisar Suichi para que o Aburame o marcasse com uma fêmea.
O trio, afinal, estava razoavelmente isolado das salas, tendo sua conversa.
Mesmo em trajes de monge, aquele homem não exalava paz, a despeito de seu semblante tranquilo, visto de relance pela Shunshin. Somente fitar os olhos rubros do mesmo deu um leve arrepio à garota.
Se aproveitando da movimentação, observaram detalhadamente todas as salas, descobrindo que a sala de onde o homem saíra era uma dedicada a estudos medicinais. Continha alguns cadáveres.
Terminaram de vasculhar o local saindo da torre junto com a grande movimentação de pessoas.
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| Suichi li |
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O grupo sai a procura de informações e a procura dos alvos. Após um tempo procurando sem sucesso em relação à missão, Suichi tem uma idéia.
*Este lugar é muito grande para conseguirmos achar algo aqui. Preciso me utilizar de outro mecanismo.
Fazendo selos por debaixo das vestes secretamente, ele se uutiliza de seu fuuinjutsu para procurar por chakras fortes.
-Sensa-chakra
O garoto se concentra e sentir o chakra ao redor e quando achasse chakras grandes, iria até onde estavam esses chakras e observaria de quem eram os chakras.
-Acho que seremos mais rápidos. Precisamos encontrá-los ainda hoje.
A mensagem de Suichi era vaga pois, caso eles não percebessem a movimentação do aburame, não saberia sobre o que se tratava. O garoto tinha sido vago na sua afirmação.
-Confiem em mim. Vamos, por aqui.
Suichi os levaria para o primeiro chakra grande que encontrasse
| QUOTE | | Sensa-chakra: Com uma habilidade única o usuário do jutsu é capaz de sentir o chakra ao seu redor, sentindo vagamente a localização de chakras mais fortes.(Custo: 18 Pontos)[Consome 14 de chakra e 10 por turno que permanecer ativo][É possivel identificar se o chakra sentido é mais forte ou mais fraco que o do usuário. É possivel saber a localização de pessoas com um CHAKRA maior ou igual ao [(CHAKRA/3) - PERCEPÇÃO] do usuário. O raio de alcance do jutsu é de CHAKRA metros.] |
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| vizitriz |
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* Fusae seguia os outros dois companheiros, matendo-se porém atrás. Analisando com toda discreção possível as pessoas pelas quais passavam pelo grupo. Ao entrarem na sala dedica aos estudos medicinais o garoto não pode deixar de se distrair.
Observando com atenção as bancadas. Haviam mutios instrumentos e elementos químicos, a grande maioria lhe era comum, mas outros...ele não reconhecia.
Havia corpos no centro da sala, sobre mesas finais de alumínio. O menino aproximou seu rosto, tentando advinhar tudo que já havia passado com aqueles corpos.
A voz de Suichi porém interrompe seus pensamentos. *
-Confiem em mim. Vamos, por aqui.
* O gennin encarava o outro, se perguntando exatamente o que o Aburame havia descoberto. Não parecia haver nenhum caminho muito melhor, não naquele momento então ele seguiu o outro, retomando seu estado de alerta. *
[ Como agulhas no palheiro... se ao menos soubessemos mais sobre eles... ]
* O menino recordava então o sorriso do primeiro alvo que haviam encontrado. Ele se questionava se talvez aquela vida no monastério não era por si só uma boa sentença para o crimes cometidos pelo trio. *
[ Mais paz, ainda que menos justiça... é melhor... ]
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| Tarlis |
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-Ah... ali... passou =x
Fazia uma cara meio tristonha quando o albino saia de seu campo de visão. Suichi pedia para ser acompanhado e ela ia, mas indicava por onde o albino havia passado.
-Eu vi o albino passando por ali. A gente podia dar uma olhada por lá primeiro. Vamos!
E antes que Suichi pudesse indicar qualquer outro caminho ela saiu empurrando os dois na direção de onde havia visto o albino bonitão e assustador passar.
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| Takemi |
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Sumire mostrava, antes de deixarem a torre, a sala de onde saíra o albino. Fusae, enquanto a analisava, era retirado de seus devaneios por Suichi, que parecia tentar guiá-los. Ao enfim deixarem a construção, após uma análise rápida mais minunciosa da sala, como alunos interessados, o Aburame ativou seu jutsu, identificando chakras bastante variados. Haviam várias pessoas com chakra similar a Sumire, a Fusae, ao próprio Suichi, mesmo com o chakra similar ao nível de Takemi. Como se isso não fosse bastante alarmante, afinal o chakra de Takemi era bastante imponente, Suichi sentia um chakra MASSIVO, vindo do dormitório feminino.
Seguindo a sensação, vislumbrou novamente a Madre Superiora. O cheiro da comida preenchia os narizes do trio, e o estômago de Suichi denunciava sua fome, apesar de apenas denunciar ao próprio Aburame.
Fusae, no entanto, foi bastante surpreendido ao encontrar, entrando na cozinha ao longe, ninguém menos que Todashi.
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| Tarlis |
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-Hum... que cheirinho bom!
Fechava os olhos deliciando-se com o cheiro enfeitiçante da comida.
-Vamos comer? =D Depois a gente faz o que tiver que fazer =p
E saiu flutuando pelo ar guiada pelo nariz até o local da comilança.
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| Suichi li |
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Suichi tinha falhado em sua primeira valiação, ou pelo menos não pensou direito em relação ao chakra que estava procurando. Eram muitas luzes fortes no templo, o que dificultava o raciocínio do aburame.
*Não era extamente o chakra que eu queria mas... seu chakra é esplêndido.
Suichi sente um cheiro agradável e sua barrica ronca baixo. ele estava com fome. Não queria pedir nada para não ser deselegante, então se manteve firme e tentou esquecer afome por um tempo, até ela ou outra pessoa oferecer um pouco de comida. Ele não aceitaria de imediato acennado uma negativa com a mão, mas caso insistissem mais uma vez, ele aceitaria de bom grado.
*Espero que a comida daqui seja boa. Eles parecem tão magrinhos...mas, o que me intriga, são esses chakras todos fortes. Espero que nenhum deles sejam os inimigos.
O gennin desativa o sensa-chakra e come tranquilo.
*Acho que tenho uma idéia de como achá-los. Podemos vigiar aquele que coloquei um inseto 24h por dia e alguam hora ele se encontrará com os outros dois. teríamos que ser bastante discretos. Vou dar essa idéia a eles depois, quando estivermos a sós novamente.
This post has been edited by Suichi li on Mar 16 2011, 09:05 PM
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* Fusae acompanhava os outros, mas apenas em corpo. Sua mente vagava. Não que ele subestimasse Suichi, mas não botava muita fé naquela investida do menino que subitamente resolvera sair guiando-os por ai. Ele teve umpalpite sobre o que ele tentara e se fosse o que pensara, não daria certo. Pelo menos essa foi a desculpa para ele deixar sua mente viajar um pouco.
Ele pensava sobre os três rostos, seus alvos, tentava advinhar o que aquelas pessoas eram. Provavelmente eram apenas assassinos escussos, mas não podia deixar de ter um impressão diferente. *
[ Aquele outro parecia bem a vontade numa meio conteplativo como este. Será que viver aqui já não seria o castigo adequado a estes três?]
* Ele pensava também sobre a sala que visitaram, os corpos. Provavelmente havima muitos segredos entre aquelas paredes, segredos aos quais ele se deliciaria descobrindo. *
[ Talvez amanhã.... talvez...]
* Tamanha era sua dispersão que não reparara no cheiro de comida, apenas seguia os dois colegas. Maior que sua dispersão, apenas seu susto quando viu a poucos metros a sua frente, em meio a cozinha Todashi-sama, o monge que o treinara. *
[ O que ele está fazendo aqui?...Será que outros quatro estão aqui?...Keiko-san e os outros?]
* Recompondo-se ele vira para os outros dois e com um sinal de cabeça. *
- Me deem licensa, mas preciso averiguar algumas coisas. Comam a vontade que logo os encontro de novo. Mantenham os olhos e mente abertos...
* Com passos curtos mas rápidos Fusae pôs atrás de Todashi. *
- Todashi-sama?
* Ele ainda achava muito estranho aquilo, uma conscidência bem inapropriada. Ou seria pelo contrário, um fator que viria a ajudá-los? Ele não acreditava nisso, não, Todashi não interferiria a seu favor, no máximo por sua segurança. *
- O que faz aqui, sensei? Quero dizer,...como o senhor está? O queo traz até este templo? Os outros estão com o senhor?...
- é bom revê-lo...
* Com os olhos ativos, Fusae varria os arredores, verificando-o aqueles que o cercavam, o que eles poderiam ouvir e também onde estavam Sumire e Suichi. *
- Já comeu algo sensei?
* Talvez, pudesse comer junto ao monge e conseguir mais algumas informações sobre aquele lugar e sobre a presença do mesmo. *
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Sumire e Suichi se punham a comer, com as outras pessoas do templo, apreciando uma comida verdadeiramente deliciosa, apesar de sua simplicidade.
Fusae, no entanto, via todashi se dissipar em uma nuvem de fumaça assim que o chamou pelo nome. Um garoto de aproximadamente a mesma idade de Fusae se revelou de seu henge.
UAU! Você conhece Todashi-sama!
Veloz em sua fala como Fusae nunca vira antes, o garoto explicou que tinha o hábito de se disfarçar como grandes monges que conhecia nas aulas dadas pelo Monge Superior do templo, para conseguir informações sobre os mesmos e aprender mais, fazendo o que seria uma isca para pessoas do templo que o conhecessem.
Nesse meio tempo já estavam comendo juntos, o garoto contando sobre como conhecia muitas pessoas no templo, como chegavam e partiam pessoas novas frequentemente e outros assuntos. Ele gostava de falar.
Sumire e Suichi terminaram de comer e se dirigiram à cozinha, seguindo a Madre Superiora, para perguntar que funções receberiam no templo para auxiliar o mesmo. Viram a mulher que procuravam dentre seus 3 alvos terminando de arrumar tudo na própria cozinha. Dentre outras pessoas, ela parecia ser uma das que cozinhava. Tinha um sorriso no rosto muito simpático e terminava de falar com a Superiora logo que os gennins entraram no local.
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| Suichi li |
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Suichi terminava de comer a boa comida do templo juntamente com Sumire e caminhava em direção à cozinha para pelo menos lavar os pratos, continuando com a farsa de um bom samaritano. Para sua surpresa, mas sem denotar isso, o garoto percebia a presença da mulher do trio que eles estavam à procura. Ele olha para todos e faz uma reverência para cada pessoa no recinto mas sem falar nada.
*Perfeito...
Chegando perto de uma mesa e colocando um de seus dedos por debaixo dela, o gennin libera uma fêmea e comanda para que ela seguisse aquela mulher específica. Em seguida, ele vai até Sumire e pede o prato, o copo e os talheres dela para poder lavá-los juntos com os seus.
*Agora só falta um. Depois que colocar mais uma fêmea no último alvo, poderemos armar uma emboscada para eles. Precisamos de tempo...
Suichi termina de lavar os pratos, enxuga as mãos e fica perto de Sumire acompanhando-a ou fazendo algo que a Madre peça para fazer de últil.
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